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Congressistas dos EUA apresentam projeto de lei sobre Segurança de Saúde Global

O congressista republicano Steve Chabot (Ohio) e o democrata Gerry Connolly (Virgínia), apresentaram no dia 13 de dezembro um Projeto de Lei sobre Segurança da Saúde Global. De acordo com o comunicado de imprensa divulgado, a Lei de Segurança da Saúde Global procura abordar duas questões principais:

  • 1. Atualmente as equipes e atividades de segurança de saúde global dos EUA dependem em grande parte de uma ordem executiva e não especificamente apoiada em lei, 
  • 2. Os EUA precisam de um funcionário designado permanente, responsável pela coordenação da resposta interinstitucional. 

Este Projeto de Lei reforça o compromisso dos EUA com a Agenda Global de Segurança Sanitária, que é uma iniciativa multilateral para fortalecer a capacidade dos países em gerenciar ameaças de doenças infecciosas e elevar a segurança da saúde como uma prioridade mundial. 

Países membros da Agenda Global de Segurança Sanitária

Em seu preâmbulo, o Projeto de Lei apresenta que aproximadamente 67% dos países não implementaram totalmente o Regulamento Sanitário Internacional e não construíram capacidades básicas apropriadas para detectar, avaliar, relatar e responder a emergências de saúde pública.

O deputado Gerry Connolly afirmou quesalvar vidas da próxima pandemia global começa com o investimento na preparação. (…). Como vimos inúmeras vezes, as doenças não respeitam as fronteiras e as crises globais de saúde têm imensas consequências de segurança, econômicas e humanitárias”. 

Por sua vez, o deputado Steve Chabot ressaltou queimplantando as ferramentas para prevenir doenças como a Zika e o Ebola, que chegam aos Estados Unidos, é um componente vital para proteger nossa nação”.

Mapa Ebola pelo Mundo

Tom Inglesby, diretor do Centro Johns Hopkins para a Segurança da Saúde, expressou apoio à proposta: “A Lei de Segurança da Saúde Global fortalece a maneira como os Estados Unidos trabalham para proteger, detectar e responder a grandes epidemias internacionais”, disse Inglesby. “Ajudaria a codificar a Agenda Global de Segurança Sanitária e trazer coordenação aos programas relevantes entre as agências”, complementou. 

O Projeto atende as necessidades da Estratégia Nacional de Biodefesa (ENB) apresentada em setembro de 2018 pelo Presidente Trump. A ENB inclui objetivos comofortalecer as capacidades de segurança sanitária global para prevenir que os bioincidentes locais se tornem epidemias” e “fortalecer a preparação internacional para apoiar as capacidades internacionais de resposta e recuperação”.

Acesse o projeto de lei completo neste link.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Saúde Global” (Fonte): https://sole.hsc.wvu.edu/Apps/News/story/global-health-week-at-wvu-health-sciences-to-be-held-sept-25-29/thumb/1200/medium

Imagem 2 Países membros da Agenda Global de Segurança Sanitária” (Fonte): https://www.ghsagenda.org/home

Imagem 3 Mapa Ebola pelo Mundo” (Fonte): http://www.govtech.com/em/health/Study-by-RI-doctors-says-Ebola-response-cost-US-hospitals-some-360-million.html 

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Estado de Washington (EUA) possui um ecossistema de saúde global robusto e crescente, afirma estudo

As organizações globais de saúde do estado de Washington (EUA) empregam mais de 14mil pessoas e contribuíram com cerca de US$ 8,8 bilhões (aproximadamente R$ 34bilhões, de acordo com a cotação de 10 de dezembro de 2018) para a economia do estado em 2017, segundo estimativas de um relatório divulgado nesta semana pela Washington Global Health Alliance.

Estudo do Panorama da Saúde Global do Estado de Washington mostra um ecossistema saudável que apoia novas ideias e iniciativas, disse Dena Morris, presidente da Alliance. A entidade registra 268 pequenas empresas,organizações sem fins lucrativos, institutos de pesquisa e outras organizações envolvidas com a saúde global no estado.

Desde 2013, os empregos em saúde global cresceram 2,8% ao ano, sobre a taxa de emprego geral em Washington. Enquanto o emprego direto no setor é de cerca de 14.000 pessoas, o número de empregos indiretos criados é de aproximadamente 40.000, de acordo com o relatório, gerando US$ 3,6 bilhões (aproximadamente R$14 bilhões, segundo a cotação de ontem, dia 10 de dezembro) em renda total e US$ 15,3 bilhões (aproximadamente R$ 58 bilhões, também de acordo com a mesma cotação) em receitas de negócios para o estado em 2017.

Infográfico – Organizações baseadas em Washington que trabalham em saúde global

Vinte porcento das organizações são pequenas empresas, observou Morris. Este é um sinal particularmente significativo de um ecossistema saudável, conforme declarou. Entre elas estão empresas de biotecnologia, como a Just Biotherapeutics, financiada em parte pela Fundação Bill & Melinda Gates, e empresas de dispositivos médicos, como a Shift Labs.

O novo relatório apresenta o quanto este ambiente se desenvolveu desde o estabelecimento da Fundação Bill & Melinda Gates em 2000. A Entidade contribuiu com US$ 287 milhões (aproximadamente R$ 1 bilhão, seguindo a mesma cotação) em subsídios para as atividades de saúde globais do estado de Washington em 2017, correspondendo a cerca de 31% do total.

Infográfico – Contribuindo para a economia de Washington e resolvendo problemas globalmente

Uma grande proporção das organizações globais de saúde também promove a saúde localmente nos Estados Unidos, como o Global to Local, fundado em 2010. O CEO Jonathan Sugarman, ex-professor do Departamento de Medicina da Universidade de Washington, disseque a entidade “colheu a expertise”da PATH e outras organizações globais de saúde para desenvolver programas de saúde pública em Tukwila e SeaTac (distritos do estado de Washington). Para saber mais sobre o perfil do ecossistema acesse o relatório neste link: Estudo do Panorama da Saúde Global do Estado de Washington

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Fontes das Imagens:

Imagem1 ImagemSaúde Global” (Fonte):

https://medicine.hsc.wvu.edu/news/story?headline=global-health-week-at-wvu-health-sciences-to-be-held-sept-25-29

Imagem 2 Infográfico Organizações baseadas em Washington que trabalham em saúde global” (Fonte):

https://www.wghalliance.org/wgha-content/uploads/2018-Washington-Global-Health-Landscape-Infographic.pdf

Imagem 3 Infográfico Contribuindo para a economia de Washington e resolvendo problemas globalmente” (Fonte):

https://www.wghalliance.org/wgha-content/uploads/2018-Washington-Global-Health-Landscape-Infographic.pdf

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Manual internacional para combater a resistência de bactérias a antibióticos

A “resistência antimicrobiana”* tem como principais causas a automedicação e o uso indevido de antibióticos e outros medicamentos. Nesse sentido, caracteriza-se o fenômeno pelo desenvolvimento de superbactérias em que os medicamentos se tornam limitados no combate das doenças.

Outros fatores associados ao agravamento da referida resistência em âmbito mundial são: programas de prevenção e controle de infecção inexistentes ou insuficientes; baixa qualidade de medicamentos; vigilância inadequada e regulação insuficiente quanto ao uso de antimicrobianos. Estima-se que, a cada ano, 700.000 pessoas morram em decorrência de cepas resistentes de bactérias causadoras de infecções comuns** presentes em casos como HIV, tuberculose e malária.

Profissionais de saúde. Foto: ANVISA

Para enfrentar essa situação, a Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou, em 2015, o Plano de Ação Global em Resistência a Antimicrobianos. Neste documento, sintetiza-se a abordagem de uma “Saúde Única” (One Health) por orientar o envolvimento multissetorial para o enfrentamento ao problema global.

As frentes de atuação deste plano são: conscientizar a sociedade e os profissionais sobre o uso adequado de antimicrobianos; promover melhores condições de saneamento básico; incentivar a descoberta de vacinas, novos antimicrobianos ou alternativas terapêuticas; e desenvolver pesquisas para melhor entender esses micro-organismos e sua distribuição no país.

Além do risco de aumento da mortalidade em função da ineficácia medicamentosa, os impactos indiretos relacionam-se, especialmente, às perdas econômicas por conta da queda de produtividade global. Estima-se, desta forma, um prejuízo de 100 trilhões de dólares (387 trilhões de reais) até 2050.

Na América Latina, as intervenções de manejo antimicrobiano foram coordenadas pela Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) e por outras organizações dedicadas à temática, por meio da obrigatoriedade de apresentação de prescrições médicas. Após a implantação desse regulamento no Chile (1999), na Colômbia (2005), no Brasil*** e no México (2010), não foram detectados aumentos nas admissões clínicas relacionadas a infecções bacterianas, o que aponta para a eficácia da medida.

Recentemente, a OPAS lançou um Manual**** com orientações práticas sobre a prescrição e uso desses medicamentos voltado para autoridades, gestores e profissionais de saúde. Assim, reforça as iniciativas regionais para combater este problema sanitário.

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Nota:

* Expressão de acordo com o Manual da OMS e com dados da ANVISA. A referida resistência é justamente aos agentes que combatem os micróbios.

** As “cepas resistentes de bactérias causadoras de infecções comuns” consta na aba “Profissionais de Saúde” da ANVISA e, certamente, refere-se as bactérias comuns que acompanham estas doenças, uma vez que, por exemplo, o HIV se trata de um retrovírus, pertencente ao gênero Lentivirus.

*** Folheto do Ministério da Saúde brasileiro sobre uso consciente de antibióticos pode ser lido neste link.

**** OPAS: Manual para combater a resistência de bactérias a antibióticos (em inglês) pode ser conferido na íntegra.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Consumo excessivo e inadequado de antibióticos aumenta a resistência de bactérias a esses medicamentos. Foto: PEXELS” (Fonte):

https://nacoesunidas.org/opas-lanca-manual-para-combater-resistencia-de-bacterias-a-antibioticos/

Imagem 2 Profissionais de saúde. Foto: ANVISA” (Fonte):

http://portal.anvisa.gov.br/antibioticos/profissionais

                                                                             

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Paraguai, Brasil e Suriname são reconhecidos como “Campeões contra a Malária”

Ao longo dos últimos dez anos, a Organização Pan-Americana da Saúde e seus parceiros têm reconhecido e premiado iniciativas de prevenção à malária na região. Assim, 27 projetos já foram identificados como importantes mecanismos de cooperação para o enfrentamento ao Mosquito Anopheles, transmissor da doença, que segue endêmica em 20 países, principalmente na sub-região amazônica.

Atendimentos in loco para prevenção à Malária

A malária não é contagiosa, portanto, é necessária a ação de seu vetor para a transmissão. Os sintomas comuns desta enfermidade são: febre alta, calafrios, tremores, sudorese e dor de cabeça que podem ocorrer de forma cíclica; já a malária grave pode levar a óbito.

Em 2018, os “Campeões contra a Malária nas Américas” são Paraguai, Brasil e Suriname. Destes três, apenas o primeiro adquiriu o reconhecimento da Organização Mundial da Saúde (OMS) de eliminação total da doença – em 45 anos.

Além disso, a Argentina e outros seis países (Belize, Costa Rica, Equador, El Salvador, México e Suriname) reduziram a incidência de casos autóctones, apresentando potencial para certificação de erradicação até 2020, segundo a OMS.  

Em síntese, os programas vencedores deste ano (2018) possuem como característica a integração de esforços em nível municipal, estadual e nacional, como demonstrado a seguir:

– O Governo do Suriname, desde 2017, tem implantado ações para eliminar a malária até 2020. Nesse sentido, introduziu um modelo sólido em saúde centrado nas pessoas, especialmente em mineiros, migrantes e comunidades indígenas. A iniciativa criou capacidades em nível local e melhorou o diagnóstico, tratamento e controle de vetores. Também integrou os serviços de saúde e buscou soluções operativas e tecnológicas.

– O Governo brasileiro se destacou em dois programas: 1) Programa de Controle da Malária do município de Machadinho D’Oeste (RO), que obteve um maior acesso ao diagnóstico e ao tratamento, a partir do uso de mosquiteiros. Assim, houve uma redução de 44% nos casos da doença entre 2016 e 2017. 2) Programa de Controle no Alto Rio Solimões (AM), por seus esforços ao controlar a incidência de malária em áreas indígenas. Houve uma redução expressiva de 70% do número de casos confirmados, desde 2015, em uma área de difícil acesso que abriga mais de 70 mil pessoas distribuídas entre 13 comunidades à beira de rios.

– O Programa Nacional de Controle da Malária, no Paraguai, tem oferecido acesso universal ao diagnóstico e tratamento da doença. A responsabilidade dessa iniciativa é do Serviço Nacional de Erradicação da Malária, órgão do Ministério da Saúde Pública e Bem-Estar Social, que está distribuído em 19 áreas operativas que correspondem às divisões geopolíticas do país.  Como resultado, não há registros de casos autóctones de malária desde 2011.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Campeões contra a Malária”. Foto: OPAS” (Fonte):

https://www.flickr.com/photos/pahowho/albums/72157702983961054/with/44771572215/

Imagem 2 Atendimentos in loco para prevenção à Malária. Foto: OPAS” (Fonte):

https://www.flickr.com/photos/pahowho/45635357142/in/album-72157702983961054/

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Confirmados nas Américas 8.091 casos de Sarampo

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) confirma o crescimento de casos de Sarampo nas Américas em 22%. Com os dados fechados no último dia 24 de outubro, os números apresentados no relatório epidemiológico salientam a necessidade de atividades de resposta na região.

Ao todo, onze países das Américas notificaram 8.091 casos confirmados da doença em 2018: Antígua e Barbuda (1), Argentina (14), Brasil (2.192, incluindo 12 mortes), Canadá (25), Colômbia (129), Equador (19), Estados Unidos (142), Guatemala (1), México (5), Peru (38) e Venezuela (5.525, incluindo 73 óbitos).

Criança com mancha na pele característica do sarampo, quatro dias após o início dos sintomas

Desde a atualização epidemiológica publicada em 21 de setembro de 2018 foram notificados 1.462 novos casos de sarampo e 13 mortes adicionais em sete países da região: Argentina (03); Brasil (457 e 02 mortes); Canadá (03); Colômbia (44); Estados Unidos (18); Peru (17) e Venezuela (920 e 11 mortes). Especificamente no Brasil, o sarampo foi identificado em sete estados (Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, São Paulo e Sergipe) e, recentemente, no Distrito Federal, sendo que na maior parte desses locais o genótipo do vírus (D8) é idêntico à linhagem identificada na Venezuela entre 2017 e 2018.

O sarampo é uma doença grave causada por um vírus que pode ser transmitido por tosse e espirros, contato pessoal próximo ou contato direto com secreções nasais ou da garganta. Este vírus permanece ativo e contagioso no ar ou em superfícies infectadas por até duas horas.

Também, pode ser disseminado entre quatro a seis dias antes do aparecimento de erupções cutâneas (vermelhidão na pele) ou ainda durante os quatro dias após este sinal patológico.

Destacam-se como sintomas febre, nariz escorrendo, olhos vermelhos e tosse. Já as complicações mais graves são descritas como cegueira, encefalite (infecção acompanhada de edema cerebral), diarreia severa (que pode provocar desidratação), infecções no ouvido ou infecções respiratórias graves, como pneumonia.

Em relação ao controle da propagação dessa enfermidade nas Américas, a OPAS recomenda aos países que mantenham a cobertura vacinal em ao menos 95%. Além disso, orienta que, durante surtos, seja estabelecido um fluxo adequado de pacientes para salas de isolamento, assim como a vacinação dos profissionais de saúde.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Campanha de vacinação contra o sarampo no Paraguai. Foto: OPAS” (Fonte):

https://nacoesunidas.org/opas-sobe-para-8-mil-numero-de-casos-confirmados-de-sarampo-nas-americas/

Imagem 2 Criança com mancha na pele característica do sarampo, quatro dias após o início dos sintomas” (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/Sarampo

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Moçambique investiga a transmissão da malária

A malária é uma doença parasitária transmitida pelo mosquito da espécie Plasmodium e é uma das principais preocupações dos agentes de saúde pública de Moçambique, tendo em vista que no primeiro trimestre de 2018 cerca de três milhões de moçambicanos foram afetados. A maioria dos casos de malária são em crianças, como evidencia a Organização Médicos sem Fronteiras, e, dentre as mortes, 70% são de crianças com menos de 5 anos de idade.

Segundo o Chefe do Programa Nacional de Luta contra a malária, Baltazar Candrinho, é durante os meses de dezembro e abril que são registrados mais casos de malária. Tal fenômeno ocorre em virtude do período das chuvas, que cria o ambiente necessário para a proliferação do mosquito transmissor da doença. Igualmente, o saneamento básico ineficiente e o acúmulo de lixo comprometem o combate efetivo.

Mapa do continente africano, região subsaariana em verde

Moçambique desenvolve medidas sanitárias e de controle da população de mosquitos por meio de distribuição de mosquiteiros à população, pulverizações e o fornecimento de testes rápidos para detecção. Em outubro de 2018, o Governo moçambicano anunciou uma nova medida na província de Nampula, que possui o maior índice de infecção, pois, de cada 10 pessoas, seis possuem malária. O projeto elaborado pelo Ministério da Saúde tem como objetivo instalar laboratório para estudar o comportamento do mosquito transmissor, visando criar novas medidas mais eficientes com base nos estudos realizados.

No âmbito regional, a área mais afetada pela malária é a região subsaariana, para tanto, a Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral criou a iniciativa Elimination 8 (E8), que engloba a atuação de oito países da Comunidade que são acometidos pela doença e buscam a sua erradicação. Os Estados que compõem a iniciativa são África do Sul, Angola, Botsuana, Moçambique, Namíbia, Reino de Eswatini (anteriormente Suazilândia), Zâmbia e Zimbabué.

De acordo com o Embaixador namibiano da E8, Richard Kamwi, a malária afeta 75% da economia subsaariana e atinge 1,3% do seu potencial de crescimento econômico. Neste sentido, sua erradicação impactaria na melhoria de outros setores sociais.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1Bandeira de Moçambique” (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/Mo%C3%A7ambique#/media/File:Flag_of_Mozambique.svg

Imagem 2Mapa do continente africano, região subsaariana em verde” (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81frica_subsariana#/media/File:Sub-Saharan-Africa.png