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Novo plano estratégico da OMS para os próximos cinco anos inclui metas elevadas

No dia 23 de maio, os delegados da 71a Assembleia Mundial da Saúde, em Genebra, aprovaram um novo e audacioso plano estratégico para os próximos cinco anos. O 13º Programa Geral de Trabalho (GPW) da Organização foi projetado para auxiliar o mundo a alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – com foco particular no Objetivo 3: Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todas e todos, em todas as idades até 2030.

Saúde Global

Este plano estratégico estabelece três metas: garantir que 1 bilhão de pessoas se beneficiem da cobertura universal de saúde, até 2023; que 1 bilhão de pessoas a mais estejam protegidas das emergências de saúde; e, ainda, que mais 1 bilhão de pessoas desfrutem de melhor saúde e bem-estar. 

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que as metas são ambiciosas, mas precisam ser assim para alcançarem um impacto efetivo. Declarou ainda que neste plano a OMS terá de medir seu sucesso não por seus resultados, mas pelos resultados nos países, algo que pode ser observado pelo impacto mensurável que proporciona onde está atuando.

Para o Dr. Tedrus, com tudo isso, 2018 será um ano que determinará como a OMS será no futuro. Em outras palavras, ele acredita que este será um ano para a OMS se renovar com efetividade. Interpretamos ainda que, no limite, há indicações de que, se ela não fizer esta renovação, tal qual ele afirma, a Organização poderá quebrar, tanto em termos de estrutura como de seu funcionamento. Por outro lado, o compromisso real dos Estados membros também será necessário se o Dr. Tedros e a equipe quiserem cumprir essa agenda audaciosa nos próximos anos.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 71a Assembleia Mundial da Saúde” (Fonte):

http://www.who.int/images/default-source/world-health-assembly/wha71/wha-closing-dr-tedros-2500.tmb-1366v.jpg?sfvrsn=1b8e222b_2

Imagem 2 Saúde Global” (Fonte):

https://borgenproject.org/wp-content/uploads/Global-Health.jpg

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OMS anuncia alto risco de disseminação do Vírus Ebola no Congo

vírus Ebola causa uma doença grave e aguda, que é fatal se não for tratada urgentemente. Ele se manifestou pela primeira vez em 1976, em dois surtos simultâneos, um dos quais ocorreu no que hoje é Nzara, no Sudão do Sul, e o outro se deu em Yambuku, na República Democrática do Congo. Este último aconteceu em uma aldeia perto do rio Ebola, do qual a doença leva o nome.

O surto de 2014–2016 na África Ocidental foi o maior e mais complexo acontecimento da doença desde que o agente infeccioso foi descoberto pela primeira vez em 1976. Agora, em 2018, o alerta internacional retorna com novos casos surgindo.

Mapa indicando os lugares do surto de Ebola na República Democrática do Congo

No dia 8 de maio, a Organização Mundial da Saúde (OMS) foi notificada pelo Ministério da Saúde da República Democrática do Congo de dois casos confirmados. Do dia 4 de abril a 17 de maio de 2018 foram informadas 45 ocorrências, inclusive em três profissionais de saúde, e 25 mortes foram relatadas. Destes 45 eventos, 14 foram ratificados.

Nove países vizinhos, incluindo o Congo-Brazzaville e a República Centro-Africana, foram informados de que estão sob alto risco de disseminação e receberam apoio com equipamentos e pessoal da OMS.

De acordo com a Organização, este surto de Ebola tem várias características que são particularmente preocupantes, dentre elas: o risco de propagação mais rápida, uma vez que a doença se espalhou para uma área urbana; existem vários focos ocorrendo em áreas remotas e difíceis de alcançar; e os profissionais de saúde foram infectados, o que pode ser um perigo de amplificação adicional. Além disso, o risco de propagação internacional é particularmente elevado, uma vez que a cidade de Mbandaka fica próxima ao rio Congo, que tem tráfego regional significativo através de fronteiras porosas.

Para conter a proliferação do vírus, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus anunciou que no dia 21 de maio de 2018 foi iniciada a aplicação da vacinação em caráter experimental. A vacina mostrou-se altamente protetora contra o Ebola em um grande teste realizado em 2015, na Guiné. Entre as 5.837 pessoas que receberam a dose, nenhum caso de Ebola foi registrado nove dias ou mais após a aplicação. 

Empresas, ONGs, Organizações Internacionais e Governos estão atuando conjuntamente neste desafio. Tal articulação internacional demonstra total capacidade para evitar que este surto se torne uma epidemia global.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Início da Vacinação na República Democrática do Congo OMS” (Fonte):

http://www.who.int/images/default-source/imported/ebola-treatment-facility-in-monrovia.tmb-1366v.jpg?sfvrsn=81ab55fe_6

Imagem 2 Mapa indicando os lugares do surto de Ebola na República Democrática do Congo” (Fonte):

https://www.capitalfm.co.ke/news/2018/05/un-east-africa-boost-response-ebola-toll-mounts-dr-congo/   

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Brasil lança duas redes voltadas à alimentação saudável, com nove países

Nos dias 3 e 4 de maio, o Ministério da Saúde do Brasil, em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, sigla em inglês), realizou reunião de lançamento de duas Redes de Ação no âmbito da Década de Ação das Nações Unidas para a Nutrição.

Com a presença de mais nove países (Argentina, Canadá, Chile, Costa Rica, Colômbia, Equador, México, Peru e Uruguai) foi debatida a constituição da Rede sobre difusão de Guias Alimentares baseados no nível de processamento dos alimentos, para prevenção da obesidade e redução das doenças crônicas, e também da Rede sobre estratégias para redução do consumo de sal e prevenção e controle de doenças cardiovasculares. Ambas se somam a uma terceira, liderada pelo Chile, sobre regulação de ambientes alimentares.

Frutas e Verduras

Joaquín Molina, representante da OPAS no Brasil, declarou que “as redes de ação são coligações de países, plataformas geopolíticas da cooperação sul-sul, voltadas a promover a criação e o fortalecimento de políticas e legislações, fomentar iniciativas de cooperação técnica e compartilhar boas práticas em temas específicos”.

Em maio de 2017, o Brasil tornou-se o primeiro país a se comprometer formalmente com metas específicas para a Década de Ação em Nutrição da Organização das Nações Unidas (ONU). Até 2019, deverá atingir três:

  1. Deter o crescimento da obesidade na população adulta (que atualmente está em 20,8%);
  2. Reduzir o consumo regular de bebidas adoçadas com açúcar, em pelo menos 30% na população adulta;
  3. Ampliar em, no mínimo, 17,8% o percentual de adultos que consomem frutas e hortaliças regularmente.

Para atingir tais objetivos, o governo deverá aplicar diversas medidas apresentadas pelo então ministro da saúde Ricardo Barros durante seu discurso na Assembleia Mundial da Saúde, ocorrido em Genebra (Suíça), em 22 de maio de 2017. Essas ações incluem “medidas fiscais (reduções de impostos e criação de subsídios) que reduzam o preço de alimentos frescos, crédito para a agricultura familiar e concessão de benefícios a pessoas de baixa renda para que possam comprar alimentos frescos”.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Obesidade” (Fonte):

https://www.telesurtv.net/__export/1415473455672/sites/telesur/img/news/2014/11/08/obesidad1.jpg_1718483347.jpg

Imagem 2 Frutas e Verduras” (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/Nutri%C3%A7%C3%A3o_esportiva#/media/File:Foods.jpg

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O Diálogo Global da OMS sobre prevenção e controle de doenças não transmissíveis

Nos dias 9 a 11 de abril deste ano (2018), a Dinamarca sediou o Diálogo Global da Organização Mundial da Saúde (OMS), em Copenhague, capital do país. O evento é uma reunião informal e contou com a participação de 300 convidados, incluindo representantes de Estados, de agências bilaterais e multilaterais, de Organizações Não Governamentais (ONGs), instituições acadêmicas e filantrópicas, e entidades privadas.

O objetivo do Diálogo é o compartilhamento de informações, financiamento e cooperação para o desenvolvimento, visando alavancar meios para a prevenção de Doenças Não Transmissíveis (DNT). Segundo dados da OMS, 40 milhões de pessoas falecem a cada ano no globo por causa das DNTs, as quais se concentram nas doenças cardiovasculares, doenças respiratórias crônicas, diabetes e cânceres.

Ministra da Cooperação para o Desenvolvimento da Dinamarca, Ulla Tørnæs

O Encontro é uma preparação para a III Reunião de Alto Nível da Assembleia Geral da ONU sobre Prevenção e Controle de Doenças Não Transmissíveis, que será feita no próximo mês de setembro. A Diretora Geral Adjunta para DNTs e Saúde Mental da OMS, Dra. Svetlana Axelrod, comentou sobre o tema no próprio site da Organização: “A escala da crise das DNTs é imensa, assim como a necessidade de ações aceleradas e fortalecidas em vários setores e partes interessadas em todo o mundo. Somente trabalhando juntos em novas parcerias e investindo os níveis corretos de recursos poderemos proteger as pessoas das DNTs e fornecer os cuidados de que precisam”.

O Jornal Copenhagen Post trouxe a declaração da Ministra para a Cooperação e Desenvolvimento da Dinamarca, Ulla Tørnæs, a qual salientou que “As parcerias são a chave para um futuro mais saudável e para a realização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Precisamos incentivar parcerias inovadoras e ousadas entre os Estados membros e os atores não estatais. Estamos ansiosos para explorar e apresentar soluções através do envolvimento multissetorial e multistakeholder* e a Dinamarca está feliz por liderar esta importante discussão sobre como preencher o déficit de financiamento”.

Os analistas compreendem a pauta mediante a dois cenários: o primeiro enfatiza a importância da cooperação internacional para o debate e troca de conhecimentos, sem os quais torna-se difícil extrair soluções viáveis para a problemática; o segundo cenário aborda o papel das indústrias farmacêuticas no processo de diálogo entre mercado e política, já que ambos possuem interesses estritos nas DNTs.

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Nota:

* O termo stakeholder é originário do inglês: stake que significa interesse ou participação, e holder significa aquele que possui. Neste caso é um público específico que possui interesse em uma empresa, negócio ou indústria, ou seja, visa designar as partes interessadas. De forma simplificada, é “uma parte interessada”, sendo eles uma parte importante no planejamento de um projeto.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Símbolo da Organização Mundial da Saúde (OMS)” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/9/9d/WHO.svg/1011px-WHO.svg.png

Imagem 2 Ministra da Cooperação para o Desenvolvimento da Dinamarca, Ulla Tørnæs” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/9/9f/Ulla_T%C3%B8rn%C3%A6s%2C_2014-05-25.jpg/512px-Ulla_T%C3%B8rn%C3%A6s%2C_2014-05-25.jpg

ÁSIACOOPERAÇÃO INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICASPOLÍTICAS PÚBLICASSAÚDE

Doação do Kuwait garantirá tratamento por sete meses às crianças sírias com câncer

Em dezembro de 2017, o Estado do Kuwait realizou uma doação de 1 milhão de dólares para a Organização Mundial da Saúde (OMS) fornecer tratamento médico a crianças com câncer. Estas crianças saem de várias regiões da Síria para o único hospital de referência infantil em Damasco.

Elizabeth Hoff, representante da OMS na Síria, visita crianças com câncer no hospital de referência infantil em Damasco

Viajar longas distâncias é caro e perigoso e grande parte das famílias acaba tendo de utilizar todas as suas economias para pagar apenas o deslocamento, pois cruzam territórios em que ocorrem combates devido ao conflito no país, objetivando chegar ao local de destino, no qual obterão o tratamento, porém estarão sem recursos.  

A Síria vivencia uma guerra civil que é considerada uma das mais sangrentas da história, e nela existe também uma guerra por procuração, paralela, que se dá entre vários atores internacionais, incluindo as grandes potências nucleares. Ainda sem um fim à vista, este conflito foi descrito pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados como a “pior crise humanitária do nosso tempo”.

Ahmad, 2, é uma das 1500 crianças com câncer na República Árabe da Síria que receberão tratamento como resultado da doação do Kuwait

Neste contexto, o diretor do Children’s Hospital, Dr. Maher Haddad, declarou que, “atualmente, 1.500 crianças com câncer estão sendo tratadas neste hospital. Todo mês, o hospital recebe de 60 a 70 crianças novas que precisam de tratamentos contra o câncer, a maioria dos quais provêm das regiões do leste e do nordeste da Síria. Estes medicamentos apoiados pela OMS, quando recebidos, serão suficientes para cobrir seu tratamento médico por cerca de 7 meses”.

De acordo com o Registro Nacional de Câncer da Síria, citado  pela OMS, cerca de 25.000 novos pacientes com câncer precisam de tratamento todos os anos, incluindo 2.500 crianças menores de 15 anos. Aproximadamente metade delas sofrem com leucemia e linfoma. Essa ajuda kuaitiana tem representado um suporte para que outras ações possam ser realizadas após o encerramento deste período.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Elizabeth Hoff, representante da OMS na Síria, visita crianças com câncer no hospital de referência infantil em Damasco (Fonte): 

http://www.emro.who.int/images/stories/syria/Elizabeth_Hoff_WHO_Representative_in_Syria_visits_chidren_suffering_from_cancer__at_the_childrens_referral_hospital_in_Damascus.jpg

Imagem 2 Ahmad, 2, é uma das 1500 crianças com câncer na República Árabe da Síria que receberão tratamento como resultado da doação do Kuwait” (Fonte):

http://www.emro.who.int/images/stories/syria/Ahmed_2_is_one_of_1_500_children_suffering_from_cancer_in_the_Syrian_Arab_Republic_who_will_receive_treatment_as_a_result_of_the_Kuwaiti_donation.jpg

                                                                 

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O envelhecimento da população chinesa e tendências para a demografia global

Um novo relatório publicado pela empresa de consultoria Deloitte, em dezembro (2017), trata da demografia na Ásia, produzindo análises e previsões em relação aos mercados de trabalho da região. Salienta-se que a China poderá apresentar o envelhecimento de uma porcentagem substancial de sua população economicamente ativa nas próximas décadas. Paralelamente a isto, a Índia verá o crescimento do número dos seus nacionais que se encontram em idade de trabalho.

Gênero e distribuição demográfica na pirâmide etária na China, segundo o censo de 2010

O documento ressalta que a Índia deverá ter um incremento de 115 milhões de pessoas em idade economicamente ativa na próxima década, enquanto a China e o Japão verão uma queda nesse mesmo recorte populacional na escala de 21 milhões e 5 milhões de pessoas, respectivamente. Outros países da Ásia, tais como Filipinas e Indonésia, apresentarão igualmente o crescimento de sua população de jovens na próxima década.

A China possui cerca de 150 milhões de pessoas com mais de 65 anos e o crescimento deste substrato populacional é em parte creditado, no relatório, à política do filho único. No momento, o Governo Central já determinou o fim desta política. Entretanto, após mais de 35 anos de vigência (1979-2015) os seus efeitos continuarão a ser sentidos. Outras perspectivas afirmam que o envelhecimento populacional é um fato social advindo do desenvolvimento econômico e do decorrente aumento da expectativa e qualidade de vida.

No longo prazo, os países que enfrentam o problema do envelhecimento dos seus trabalhadores poderão focar em políticas de aumento da produtividade, recepção de imigrantes e igualdade de gênero, estimulando maior integração das mulheres ao mercado de trabalho. O setor de saúde deverá apresentar um grande crescimento em sua demanda. Mesmo após todas estas considerações, é preciso salientar: a demografia não determina necessariamente o destino de uma nação.

Tendências de risco por país

Avanços tecnológicos poderão mitigar os efeitos do recuo demográfico sobre a dinâmica das economias asiáticas. Adicionalmente, com a mudança no padrão econômico chinês e um maior direcionamento para os setores de tecnologia, serviços e bens de consumo, é possível que a população em idade mais avançada continue sendo capaz de contribuir para o desenvolvimento do país. Estruturas institucionais sólidas e políticas públicas adequadas são essenciais para poder navegar por estas mudanças demográficas sem produzir tensões sociais, aumento da desigualdade ou enfrentar problemas de desemprego.

Globalmente, a demografia traz previsões interessantes. A população economicamente ativa da Índia deverá passar de 885 milhões de pessoas em 2015 para mais de um bilhão de pessoas em 2037. Similarmente, a população global deverá chegar ao pico de 10 bilhões de pessoas no ano de 2050. A África será muito representativa e importante neste movimento. Espera-se um aumento da população africana na ordem 1,3 bilhão de pessoas até 2050.

Por fim, a nova onda no crescimento econômico global deverá ser impulsionada pelo dinamismo da Índia e por uma economia chinesa altamente tecnológica. Estas projeções trazem potencialidades para empresas de diversos setores. Alguns especialistas têm afirmado que ambos os países terão de ser capazes de conduzir reformas e adaptações, em cujos processos a participação do Estado deverá ser essencial para que estas possam se consolidar.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Idosos de origem asiática” (Fonte):

https://www.goodfreephotos.com/albums/people/old-asian-people-in-a-crowd.jpg

Imagem 2 Gênero e distribuição demográfica na pirâmide etária na China, segundo o censo de 2010” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/1a/China_Sex_By_Age_2010_census.png

Imagem 3 Tendências de risco por país” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/7/7d/Annual_Trend_in_Euromoney_Country_Risk%2C_March_2000_-_March_2011.svg/2000px-Annual_Trend_in_Euromoney_Country_Risk%2C_March_2000_-_March_2011.svg.png