ENERGIAMEIO AMBIENTENOTAS ANALÍTICASPOLÍTICAS PÚBLICAS

A Dinamarca é a escolha chinesa para a transição verde

No início do mês de setembro, a Dinamarca recebeu a visita do Diretor da Administração Nacional de Energia (NEA) da China, Nur Bekri, que se reuniu com o Ministro da Energia e Clima do país, Lars Christian Lilleholt, para tratar de assuntos referentes a energia verde.

Ministro Lars Lilleholt

A China é o maior emissor de gases de efeito estufa do mundo e planeja diminuir sua cota de poluição mediante a transição da matriz de carvão e petróleo para a energia verde. Para tanto, Pequim busca a tecnologia dinamarquesa com o objetivo de integrar cerca de 20% de sua matriz eólica, a qual apresenta carência de flexibilidade, e para a efetuação de mudanças com a diminuição do consumo de energia não fóssil até 2020.

A Dinamarca apresenta o oposto da perspectiva chinesa, pois o Estado é líder no desenvolvimento de matriz eólica com concentração energética nos parques offshore. O Jornal Copenhaguen Post expôs a declaração do Ministro Lilleholt sobre a questão: “A China é o maior emissor de gás carbônico do mundo e a chave para resolver as mudanças climáticas globais repousa lá”. Diante das expectativas chinesas, Copenhague estimula o crescimento do setor no país com a decisão de construção dano-chinesa de um centro para testes de energia eólica offshore na China.

O ânimo do Ministro Lilleholt é grande e ele deseja promover as empresas de tecnologia verde dinamarquesas em sua visita à China na primavera. No que diz respeito à esta pauta, o Jornal Reuters noticiou a afirmação do próprio Ministro: “A China está enfrentando uma tarefa gigante na transição verde para viver conforme o acordo climático de Paris, e minha percepção é clara de que ele (Bekri) está muito interessado em trabalhar com a Dinamarca e com as empresas dinamarquesas a esse respeito”.

Os analistas apontam que a oportunidade é boa para ambos os atores, pois, do lado dinamarquês, favorece a ampliação de seus parceiros de negócios e, do lado chinês, abrem-se novas percepções rumo ao aperfeiçoamento de uma matriz energética cada vez mais sustentável.

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Notas:

* Pequim, capital da República Popular da China, referindo-se ao Governo do país.

** Copenhague, capital do Reino da Dinamarca, referindo-se ao Governo do país.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Parque eólico de Middelgrunden Øresund” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/9/97/Middelgrunden_wind_farm_2009-07-01_edit_filtered.jpg/1280px-Middelgrunden_wind_farm_2009-07-01_edit_filtered.jpg

Imagem 2 Ministro Lars Lilleholt” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/9/96/Folketingsvalg_2015_1.JPG/1024px-Folketingsvalg_2015_1.JPG

MEIO AMBIENTENOTAS ANALÍTICASPOLÍTICAS PÚBLICAS

Cabo Verde desenvolve projeto sobre agricultura e mudanças climáticas

No mês de agosto passado, o Ministério da Agricultura e Meio Ambiente cabo-verdiano lançou um projeto voltado para adequação das práticas da agricultura familiar, no que tange às mudanças climáticas. O tempo estimado para a duração do projeto é de quatro anos e será direcionado a quatro ilhas, São Nicolau, Santiago, Fogo e Brava.

Logo do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola

Denominado como Adaptação da Agricultura Familiar às Mudanças Climáticas, o projeto tem por objetivo criar alternativas às vulnerabilidades ocasionadas pelos fenômenos ambientais e climáticos, possibilitando aos agricultores de pequeno porte formas de fortalecimento de suas produções e melhoria nas condições de vida. Cabe destacar também o incentivo dado à participação feminina e de jovens na agricultura familiar.

A execução dessa iniciativa ficará sob a responsabilidade do Programa de Promoção de Oportunidades Socioeconômicas Rurais (POSER). No que diz respeito ao financiamento, este ocorrerá através dos incentivos do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola e pelo Governo de Cabo Verde. 

Segundo o Ministro da Agricultura e Meio Ambiente, Gilberto Silva, o arquipélago, devido as suas características geográficas, precisa elaborar meios estratégicos para tornar a produção agropecuária mais produtiva, rentável, sustentável e adequada para garantir a segurança alimentar da população. O Ministro destacou as dimensões que o projeto deverá abranger, entre as quais se encontram a gestão da água, técnicas duráveis de exploração de recursos naturais e conservação do solo.

Presente no lançamento do projeto, a Coordenadora Regional do Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola, Amath Pathe Sene, compreende a iniciativa como uma maneira de incentivar a resiliência e ampliar a competitividade do setor agropecuário de Cabo Verde.

A necessidade de mudança na forma de produção relaciona-se à vulnerabilidade apresentada pelo país insular frente às mudanças climáticas, tais como a elevação do nível do mar e longos períodos de estiagem, consequências do seu clima subsaariano. Estas previsões sobre os efeitos gerados pelos fenômenos naturais impulsionam o Governo a buscar soluções direcionadas a atenuar os avanços da degradação ambiental.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Bandeira de Cabo Verde” (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/Cabo_Verde#/media/File:Flag_of_Cape_Verde.svg

Imagem 2 Logo do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola” (Fonte):

https://nacoesunidas.org/wp-content/uploads/2016/11/P_b_web-624×624.png

NOTAS ANALÍTICASPOLÍTICAS PÚBLICASSAÚDE

Mais um surto de Ebola chega ao fim na África

Chegou ao fim, no início de julho (2017), recente surto do vírus Ebola na República Democrática do Congo (RDC). A constatação foi da Organização Mundial de Saúde (OMS), depois de o último paciente diagnosticado ter resultado negativo para a doença, após tratamento inicial. Ao todo, foram quatro mortes e mais de 580 pessoas sob supervisão de contaminação.

Este foi o oitavo surto do vírus no país desde 1976, quando a doença foi descoberta. De acordo com informativo publicado pela Organização das Nações Unidas (ONU), o efetivo combate à doença por parte das autoridades locais foi resultado do fortalecimento institucional pelo qual passa o Estado nos últimos anos.

Equipamento de segurança contra contaminação do Ebola

A RDC conta com projetos de cooperação com outras nações e organismos internacionais que ajudam no aprimoramento dos seus serviços de saúde. Exemplo disso foi o projeto desenvolvido pelo Ministério Saúde brasileiro, que coordenou missão de estudos de profissionais congoleses ao Brasil. Sua finalidade foi apresentar o funcionamento, diretrizes e experiências do Sistema Único de Saúde (SUS) e de outros programas de assistência médica nacionais, como aqueles direcionados para Saúde Familiar e Comunitária.     

Tendo sido descoberto há mais de 40 anos, o vírus teve nova notoriedade internacional a partir de 2014, quando um surto no Oeste da África mais uma vez assustou o mundo por conta da fácil transmissão e do seu grau de letalidade. Ele pode ser transmitido por meio do contato com sangue, secreções e outros fluídos corporais de humanos infectados, e pode causar a morte de quase 50% das vítimas.

A epidemia iniciada em 2014 só foi amenizada em 2016. Além de afetar a RDC, que teve 66 casos, com 49 mortos, os maiores prejudicados foram Guiné, Libéria e Serra Leoa. Ao todo, foram quase 30 mil casos, que resultaram em aproximadamente 11 mil fatalidades. À época, países como Itália, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos também tiveram cidadãos vítimas da doença.

Atualmente, a OMS está na 3ª fase do combate ao Ebola, objetivando manter zeradas as taxas de contaminação da moléstia. Seus objetivos são mapear e interromper rapidamente a transmissão, assim como identificar e gerenciar as consequências dos riscos residuais do vírus nas áreas que estiveram sob grande contaminação.

Em maio deste ano (2017), líderes dos três principais países afetados se reuniram com a Diretora-Geral da OMS, Margareth Chan, para celebrar os testes bem-sucedidos da primeira vacina criada para o combate ao Ebola. Em ação conjunta entre a OMS e o governo da República de Guiné, o medicamento foi testado em mais de 11 mil pessoas, sendo que nenhuma delas constatou nova contaminação.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Tratamento do Ebola” (Fonte):

http://www.sciencemag.org/news/2015/02/positive-results-ebola-drug-upsets-plans-trials

Imagem 2 Equipamento de segurança contra contaminação do Ebola” (Fonte):

https://www.flickr.com/photos/dfid/22410935077

ÁFRICAMEIO AMBIENTENOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONALPOLÍTICAS PÚBLICAS

Os efeitos da seca em Angola são anunciados em Conferência da ONU

As mudanças climáticas trarão severos impactos no âmbito da alimentação e do cultivo de alimentos. Algumas das mudanças previstas já começam a demonstrar seus efeitos, principalmente no que tange à dinâmica da fome: segundo José Graziano da Silva, diretor executivo da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), o número de famintos cresceu desde 2015, em boa medida devido às mudanças que vêm ocorrendo no clima.

O alarmante anúncio dado pelo brasileiro ocorreu na abertura da 40a Conferência da FAO, em Roma, na semana passada. Na ocasião, estiveram presentes várias autoridades políticas e atores civis para discutir temas como a fome, a oferta de alimentos, conflitos sociais envolvendo a disputa por terras e as mudanças climáticas.

Marcos Nhunga – Ministro da Agricultura de Angola

A participação do Ministro da Agricultura de Angola, Marcos Nhunga, chamou a atenção devido a divulgação dos impactos da seca neste país. Segundo os dados trazidos pelo Ministro, a seca crônica nas províncias de Huíla, Cunene e Namibe atingiu um milhão de pessoas, dando um prejuízo total às economias locais de, aproximadamente, 750 milhões de dólares.

A seca nessas províncias, situadas principalmente na região sul de Angola, principiou em 2010. A escassez de chuvas interfere na oferta de alimentos, trazendo consigo a elevação dos preços e, por consequência, dos índices de desnutrição. Segundo o Vice-governador de Cunene para o Setor Político e Social, José do Nascimento Veyelenge, somente para esta região 750 mil estão passando fome: “Este número subiu desde o ano passado [2016] e já estamos há três anos sem chuvas regulares”, ressaltou o Governador.

Durante o seu pronunciamento na 40a Conferência da FAO, Marcos Nhunga afirmou que o Governo angolano tem tomado medidas para a mitigação dos efeitos da seca. Uma delas é o Projeto de Desenvolvimento da Agricultura Familiar e Comercialização, o qual conta com o apoio de 70 milhões de dólares em financiamentos do Banco Mundial, até dezembro. O projeto visa promover a irrigação entre os agricultores familiares, aumentar a produtividade e facilitar a comercialização de alimentos.

No entanto, os esforços ainda são insuficientes, dado ser necessário um pouco mais de 450 milhões de dólares para a resolução da seca e dos problemas sociais e econômicos que acarreta. Além disso, não somente o volume de doações e apoio internacional deveria ocorrer em maior escala, mas também uma intensa orquestração entre o setor público e o privado em todas as nações para uma gradativa consecução de uma economia de baixo carbono – fato que mitigaria os efeitos instigados pelas mudanças climáticas em curso.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Efeitos da seca no solo” (Fonte):

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:CSIRO_ScienceImage_607_Effects_of_Drought_on_the_Soil.jpg

AMÉRICA DO NORTEMEIO AMBIENTENOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONALPOLÍTICAS PÚBLICAS

Mudança climática preocupa governo mexicano

Em meio à polêmica saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris sobre a ação climática, fenômenos naturais mais intensos começam a preocupar especialistas ao redor do mundo. No México não está sendo diferente. Em uma entrevista publicada neste domingo (dia 11 de junho) pelo jornal mexicano Notimex, o coordenador nacional de Proteção Civil da Secretaria de Governança, Luis Felipe Puentes, declarou que o México está começando a sentir os efeitos da mudança climática através da presença de fenômenos hidrometeorológicos em regiões onde nunca ocorreram.

Foto tirada de satélite do Furação Manuel

Formação de tornados nos Estados de Puebla (centro) e Coahuila (norte), fortes chuvas de granizo em Chihuahua (norte) e graves secas nos Estados de Guerrero e Oaxaca (sul), são eventos climáticos que não se desenvolviam, e agora trazem prejuízos a diversas cidades e municípios. Diante desse novo cenário, Puentes salientou a importância da participação dos governos estaduais e municipais, além dos meios de comunicação e da sociedade civil no fomento à prevenção e monitoramento de tais fenômenos para minimizar os riscos e consequências.

Fora os eventos hidrometeorológicos, é interessante destacar que o México está localizado sobre o limite de duas placas tectónicas (Placa de Cocos e a Placa Norte-americana) que entram em atrito constantemente, provocando sucessivos abalos sísmicos. A grande exposição aos tremores fez com que o país se modernizasse e se prevenisse dos abalos após o fatídico terremoto de 19 de setembro de 1985, que arrasou a capital mexicana, deixando 20 mil mortos, mostrando o quanto a sociedade estava vulnerável e necessitava tomar medidas mais eficientes. Atualmente o México conta com um dos aparatos tecnológicos mais sofisticados do mundo para à prevenção de desastres sísmicos.

Ilustração da fricção de placas tectônicas que ocasionam terremotos no México

Mas não é apenas o México que se preocupa com os diversos desastres naturais que vem ocorrendo. Recentemente, durante os dias 22 e 26 de maio, em Cancun, foi realizado o quinto fórum internacional da Plataforma Global para a Redução do Risco de Desastres, que contou com presença de 4.000 participantes e delegações de mais de 180 países.

Considerado o principal evento internacional para desenvolver atividades estratégicas e parcerias no processo de implementação de instrumentos internacionais sobre redução dos riscos de desastres, a Plataforma busca, sobretudo, concretizar as metas do Quadro de Ações de Sendai (Sendai Framework, em inglês). Dentre as metas estipuladas até o ano de 2030 pelo Quadro estão: reduzir substancialmente as mortes e o número de pessoas afetadas por desastres; reduzir a perda econômica e os danos às infraestruturas de serviços básicos; aumentar a governança global e intensificar a cooperação entre países sobre a temática.

Além disso, o fórum também buscou reafirmar o compromisso e garantir a coerência das ações globais dos textos do Quadro de Ações de Sendai, do Acordo de Paris sobre as alterações climáticas e outros elementos da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. A 6° edição da Plataforma Global será em Genebra, Suíça, em 2019, para avaliar o progresso realizado na implementação do Quadro de Ações de Sendai.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1Destruição deixada pelo Furação Manuel na praia de Acapulco, México” (Fonte):

https://en.wikipedia.org/wiki/Hurricane_Manuel

Imagem 2Foto tirada de satélite do Furação Manuel” (Fonte):

https://en.wikipedia.org/wiki/Hurricane_Manuel

Imagem 3Ilustração da fricção de placas tectônicas que ocasionam terremotos no México” (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/Placa_de_Cocos

América do NorteECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICASPOLÍTICAS PÚBLICAS

México e Estados Unidos renegociam acordo comercial sobre açúcar

Nesta segunda-feira (5 de junho), México e Estados Unidos fecharam acordo sobre a comercialização de açúcar. A tratativa evitou uma possível guerra comercial que poderia ocorrer com o aumento da taxação norte-americana sobre o açúcar mexicano e a possível retaliação pelo México sobre a importação de xarope de milho estadunidense, conforme foi divulgado na Reuters. Apesar das informações específicas sobre o acordo ainda não terem sido divulgadas, sabe-se que essa renegociação beneficiou ambas as partes. Atualmente, o México é o principal fornecedor estrangeiro de açúcar para os Estados Unidos, chegando a exportar 12 milhões de toneladas anualmente.

Transporte da cana de açúcar

Desde que o Acordo de Livre Comércio da América do Norte (NAFTA, sigla em inglês) foi negociado pela primeira vez, no início dos anos 1990, a indústria açucareira tem estado no centro das questões comerciais mais controversas entre o México e os Estados Unidos. O setor de açúcar estadunidense tem sido protegido por uma garantia de preços realizada por quotas (limites) de importação e outros mecanismos. Quando o Nafta entrou em vigor, em 1994, a indústria norte-americana ganhou tratamento especial pelo Governo, que limitou as importações mexicanas de açúcar por 14 anos.

Após o período de restrição, em 2008 o México tornou-se o único país do mundo com acesso irrestrito ao mercado de açúcar norte-americano. Entretanto, quando as suas exportações aumentaram em 2013, devido a uma grande safra, os produtores estadunidenses acusaram os mexicanos de praticarem dumping* (práticas comerciais injustas), levando o Departamento de Comércio a avaliar possíveis punições ao seu açúcar. Porém, para evitar problemas maiores à venda de açúcar, o Governo mexicano aceitou a criação de quotas às exportações e fixação de preços em 2014. Mesmo assim, as empresas de açúcar norte-americanas logo argumentaram que os acordos não eram suficientes para protegê-las, fazendo com que o Departamento de Comércio suspendesse o acerto e voltasse à mesa de negociações.

Plantação de cana de açúcar

Do lado mexicano, a cana-de-açúcar é cultivada por 190.000 pequenos agricultores espalhados por algumas das regiões mais pobres do país e, durante a colheita, o trabalho intensivo em mão-de-obra emprega 450 mil pessoas, tornando a indústria uma força política importante. Do lado estadunidense, os empregos podem ser comprometidos pelas restrições adicionais sobre as importações de açúcar às empresas nacionais que produzem derivados da commodity.

Negociações bilaterais dessa natureza estão acontecendo para facilitar a reformulação do NAFTA entre México, Estados Unidos e Canadá, que deve iniciar no mês de agosto.

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* O Dumping é uma prática considerada injusta e ilegal pelos tratados internacionais, pois consiste em ação comercial em que a(s) empresa(s) de um país vende(m) produtos, mercadorias ou serviços por preços muito abaixo de seu valor comercial considerado justo, para o mercado de um outro país (ou seja, o preço no lugar para onde exporta é estabelecido como menor do que o dentro do próprio país exportador). Isso é feito como estratégia para eliminar os concorrentes desses país importador e, posteriormente, ao dominar este mercado, adotar preços altos.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Cana de açúcar” (Fonte):

https://en.wikipedia.org/wiki/Sugarcane

Imagem 2Transporte da cana de açúcar” (Fonte):

https://en.wikipedia.org/wiki/Sugarcane

Imagem 3Plantação de cana de açúcar” (Fonte):

https://en.wikipedia.org/wiki/Sugarcane