ÁSIAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Avanços no acordo de Parceria Econômica Regional Abrangente (RCEP) na Ásia

A Parceria Econômica Regional Abrangente (RCEP, na sigla em inglês) consiste em um tratado de livre comércio envolvendo Austrália, China, Coréia do Sul, Índia, Japão, Nova Zelândia e os países membros da ASEAN* (Associação das Nações do Sudeste Asiático). Ao todo, os dezesseis membros representam uma população 3,4 bilhões de pessoas e um PIB de US$ 49,5 trilhões (calculado em termos de paridade de poder de compra), o que se projeta como 39% do total da economia mundial.

Mapa demonstrando os países membros da RCEP

Embora a RCEP ainda não esteja oficialmente implementada, espera-se que as negociações cheguem à uma conclusão em novembro (2018), na próxima reunião de cúpula da ASEAN. A mais nova rodada de negociações ocorreu no final de julho (2018) em Bangkok, na Tailândia, tendo durado onze (11) dias. Os assuntos discutidos incluíram a negociação de redução de tarifas comerciais, além de regulamentação comum para compras governamentais.

O impulso nas negociações do Bloco pode ser visto como um estímulo aos fluxos de comércio e investimentos na economia global, sobretudo em uma conjuntura de aumento do protecionismo nos Estados Unidos e em alguns países do continente europeu. Após a queda das negociações do Tratado de Liberalização do Comércio Transpacífico (TPP), a RCEP poderia simbolizar a continuidade nos esforços de integração e liberalização comercial na Ásia.  

Especialistas afirmam que o Bloco poderia apresentar o adensamento da cooperação sul-sul e igualmente dos vínculos norte-sul, visto que este, em potencial, reúne simultaneamente economias emergentes e desenvolvidas. Por fim, a emergência de iniciativas como a RCEP proporciona novas oportunidades de encontro e diálogos entre os Chefes de Estado dos países membros, um fator que poderia ajudar a mitigar possíveis conflitos regionais.

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Nota:

* Os membros da ASEAN são: Brunei, Camboja, Cingapura, Indonésia, Filipinas, Laos, Malásia, Mianmar, Tailândia e Vietnã. Juntos, estes países totalizam um PIB nominal de US$ 2,5 trilhões, conforme os dados de 2016.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1Reunião dos Chefes de Estado dos países membros da RCEP” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/3/3a/2017_RCEP_Leaders%E2%80%99_Meeting_%285%29.jpg

Imagem 2Mapa demonstrando os países membros da RCEP” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/0/01/RCEP.png

                                                                                              

ÁfricaCOOPERAÇÃO INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Cresce a necessidade de ajuda humanitária na Etiópia

Uma das principais consequências de três anos de protestos em massa na Etiópia foi a ascensão do novo Primeiro-Ministro, Abiy Ahmed. Temerosos quanto à perda de legitimidade popular, os líderes da Frente Democrática Revolucionária dos Povos Etíopes (FDRPE) buscaram, na nomeação inédita de um Oromo ao cargo de Chefe de Governo, a estratégia para acalmar os ânimos sociais, viabilizando o projeto desenvolvimentista nacional.

Logo do Médico sem Fronteiras, o qual afirma que mais de um milhão de pessoas já se deslocaram por causa dos conflitos étnicos

Entretanto, se as ondas de manifestações diminuíram expressivamente, do outro lado novas modalidades de conflitos sociais emergem no país, trazendo à tona importantes questões atreladas aos diretos humanos. Da mesma maneira, estes conflitos desafiam a estabilidade política e social necessária ao Estado para a implementação de suas reformas econômicas.

A nova onda de embates trata-se, principalmente, entre os grupos étnicos Gedeo e Guji Oromo, na região das Nações, Nacionalidades e Povos do Sul, localizada na fronteira com o Quênia. Os conflitos envolvem a apropriação de parte deste território, em disputa pelos grupos desde meados da década de 1990. Ao todo, segundo relatório da organização Médicos Sem Fronteiras (MSF), pouco mais de um milhão de pessoas migraram da região devido aos altos índices de violência.

A maioria das pessoas chegam de suas casas às pressas e sem nada. Famílias estão dormindo no chão de prédios vazios, como escolas ou igrejas, e às vezes ao relento, somente com folhas de bananeiras ou sacos plásticos para se cobrirem. Quando muitas pessoas vivem amontoadas e em condições como essas, com acesso limitado à água, o risco de contagio por doenças é extremamente alto”, declarou Alessandra Saibene, coordenadora para respostas emergenciais do MSF. A organização conta com um centro de atendimento ao longo das duas regiões envolvidas nos conflitos étnicos.

Devido à celeridade dos enfrentamentos e o expressivo montante de pessoas deslocadas pelos embates, a necessidade de ajuda humanitária é crescente e significativa. Até o momento, mais de 19 mil pacientes foram atendidos no local e a previsão é que esta quantia siga crescendo, uma vez que não há perspectivas reais de resolução política desta questão no curto prazo.

O ritmo das doações internacionais, no entanto, ainda não acompanha o volume financeiro necessário para atender adequadamente à população necessitada de atendimento médico. Da mesma forma, o Governo etíope, segundo fontes locais, tem encontrado dificuldades em solucionar politicamente os conflitos, tendo em vista a complexidade da questão fundiária em uma região permeada por mais de 54 grupos étnicos distintos, mergulhados em latentes questões históricas de disputas pela posse e usufruto da terra.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1Necessidade de ajuda humanitária cresce com conflitos na região sul da Etiópia” (Fonte):

http://www.corporate-digest.com/index.php/more-than-16-million-people-are-in-need-of-humanitarian-aid-across-east-africa-united-nations

Imagem 2Logo do Médico sem Fronteiras, o qual afirma que mais de um milhão de pessoas já se deslocaram por causa dos conflitos étnicos” (Fonte):

https://www.msf.org.br/

AMÉRICA LATINACOOPERAÇÃO INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Consejo de seguridad de la ONU destaca el proceso de paz en Colombia

El consejo de seguridad de la ONU, órgano que reúne representantes de los países más poderosos e influyentes del mundo, en días pasados destacó los logros del acuerdo de paz en Colombia y puso en perspectiva este proceso como un referente para la solución de conflictos armados en el mundo. A su vez, la ONU hizo un llamado para que se le dé continuidad a lo pactado en la mesa de negociación de La Habana* entre las FARC** y el gobierno de este país Latinoamericano. En la actualidad se ha cumplido menos del 20% y para algunos analistas esto puede generar que se activen nuevos grupos en las zonas del país que históricamente han tenido altos niveles de conflictividad.

El eje de la paz y la memoria: un ‘monumento’ a las víctimas del conflicto. En Colombia, el 9 de abril es un día simbólico. Es un día de recuerdo y solidaridad con las víctimas del conflicto

En la actualidad el proceso de paz en Colombia resulta un importante ejemplo para la comunidad internacional, lo cual fue recalcado y respaldado por diversos países. Pero las propias Naciones Unidas recalcaron que aún quedan muchas dificultades por delante, esto en especial en lo que tiene que ver con los retrasos en la implementación del acuerdo de paz y las disputas que se han generado en diversos territorios. La situación se agudiza con la llegada y conformación de nuevos grupos quienes están pugna por el control territorial de zonas que antes pertenecían a las FARC.

Otro aspecto que ha generado preocupación por parte de los representantes de la misión de observación del proceso de paz en Colombia tiene que ver con el asesinato de líderes sociales y defensores de derechos humanos. Lo que ha generado desplazamientos masivos y de acuerdo con algunos analistas puede generar a futuro la no pacificación de los territorios. 

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Notas de pie de página:

Los acuerdos o diálogos de paz de La Habana son el resultado de negociaciones entre el gobierno de Colombia y las FARC, sintetizados en seis puntos (1. Lucha contra la pobreza rural; 2. Participación política; 3. Cese el fuego y entrega de armas; 4. Lucha contra las drogas ilícitas; 5. Reparación para las víctimas y justicia transicional; 6. Garantías de cumplimiento del acuerdo), a partir de los cuales se “pretenden contribuir a las transformaciones necesarias para sentar las bases de una paz estable y duradera

** Grupo guerrillero Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia – FARC. En la actualidad Fuerza Alternativa Revolucionaria del Común – FARC, este último, partido político que nació como producto de los acuerdos de La Habana

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Fuentes das Imágenes:

Imagen 1 Declaración del jefe de la misión de verificación de la ONU en Colombia” (Fuentes):

https://colombia.unmissions.org/declaraci%C3%B3n-al-consejo-de-seguridad-del-jefe-de-la-misi%C3%B3n-de-verificaci%C3%B3n-de-la-onu-en-colombia-jean

Imagen 2 “El eje de la paz y la memoria: un monumento a las víctimas del conflicto. En Colombiael 9 de abril es un día simbólicoEs un día de recuerdo y solidaridad con las víctimas del conflicto” (Fuente):

https://en.wikipedia.org/wiki/Colombian_conflict#/media/File:Centro_de_Memoria_Histórica_-_Bogotá.jpg


AMÉRICA DO NORTEEURÁSIANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

Sergey Lavrov e a diplomacia russa

Num Estado soberano, com sua estrutura política organizada e possuidor de instituições que controlam e administram seus desígnios, além da figura propriamente dita do governante máximo desta nação, é de suma importância que exista a posição de um membro do governo responsável pela condução da política externa, segundo as diretrizes estabelecidas, bem como pela coordenação dos serviços diplomáticos e consulares, no intuito de estabelecer e desenvolver contatos pacíficos, visando uma efetiva continuidade das relações harmoniosas, bem como a tentativa de comunicação clara e precisa em seus objetivos para com os outros países do mundo.

Sergey Lavrov

A Federação Russa tem como principal representante diplomático para assuntos internacionais a figura de Sergey Viktorovich Lavrov, que desde março de 2004 vem atuando como Ministro das Relações Exteriores da Rússia, enfrentando uma longa lista de desafios que, nos últimos anos, colocaram sua pessoa à frente dos mais variados assuntos diplomáticos que apresentaram grande repercussão não só dentro das fronteiras do país, como também em diversas partes do mundo.

Descendente de armênios, foi direcionado à carreira diplomática logo depois de sua graduação, em 1972, no Departamento de Assuntos Internacionais do Instituto de Estudos Asiáticos em Moscou, na Academia de Ciências da Rússia, quando foi recrutado como funcionário interino na embaixada soviética no Sri Lanka. Em sua proeminente carreira diplomática chegou a assumir a posição de representante permanente da Rússia na ONU (Organização das Nações Unidas), onde, durante os dez anos de permanência no cargo, até sua saída em 2004, teve que tratar de assuntos chaves da diplomacia russa sobre os conflitos na extinta Iugoslávia, Iraque, Oriente Médio e Afeganistão, bem como a tratativa do papel da Federação Russa na luta contra o terrorismo mundial.

Desde sua nomeação em 2004 pelo presidente russo Vladimir Putin, tem como principal objetivo defender as boas práticas nas relações internacionais baseadas no “pragmatismo, respeito mútuo e responsabilidade global compartilhada”. Sua atuação diplomática enfrenta hoje uma miríade de acusações ao governo russo, no entanto, deixa claro que seu país não é um “buscador de conflitos”, mas protegerá seus interesses caso necessário. Ultimamente, uma das principais atribuições é lidar com os conflitos com a administração norte-americana, que vem piorando nos últimos dois governos, com relatos de ataques às propriedades diplomáticas russas, algo que, de acordo com sua análise, contradiz a Convenção de Viena e também à própria Constituição dos EUA, além dos princípios da sociedade norte-americana, onde a propriedade privada é sagrada.

Em discurso perante à Conferência de Segurança de Munique, em 2017, Lavrov defendeu uma “ordem mundial pós-Ocidental, na qual, cada país, baseando-se em sua soberania no marco da lei internacional, busque um equilíbrio entre seus próprios interesses nacionais e os interesses nacionais dos parceiros”, com respeito à identidade histórica e cultural de cada um.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Sergey Lavrov com jornalistas” (Fonte):

http://www.uznayvse.ru/images/stories2015/uzn_1450944171.jpg

Imagem 2 Sergey Lavrov” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/00/Sergey_Lavrov%2C_official_photo_06.jpg/200px-Sergey_Lavrov%2C_official_photo_06.jpg

AMÉRICA LATINANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

Novo Governo mexicano irá propor à ONU a descriminalização das drogas

O próximo governo do México procurará levar o tema sobre a descriminalização das drogas à Organização das Nações Unidas (ONU). A jurista Olga Sanchez Cordero, que ocupará o cargo de Secretária do Interior, explicou na última terça-feira (dia 21 de agosto), em um fórum bancário, que o debate deve ser levado às instâncias internacionais para que vários países se unam no combate ao narcotráfico. “Queremos propor às Nações Unidas uma diretriz interpretativa para conseguir a descriminalização das drogas em nosso país”, disse ela. A ex-ministra do Supremo Tribunal mexicano afirmou que seu plano para o México é descriminalizar o uso de maconha e o uso medicinal de papoulas.

Olga Sánchez Cordero

A proposta de Sánchez Cordero apresenta uma visão para além das fronteiras mexicanas, que pressupõe que o tráfico de drogas e todos os crimes relacionados a essa atividade fazem parte de um problema regional. “Temos tratados internacionais desde 1970 que são extremamente rígidos na luta contra as drogas. Creio que é tempo e momento para repensar uma reinterpretação, pelo menos, desses tratados internacionais. São tratados punitivos em matéria de drogas, extremamente rígidos”, explicou. Ela ainda ressaltou que o relacionamento com os Estados Unidos será essencial para reduzir os crimes ligados ao tema.

De acordo com Sánchez Cordero, o México só consegue confiscar entre 3% e 8% das drogas que passam pelo país até a fronteira norte. Os cartéis, segundo ela, lucram mais de 25 bilhões de dólares por ano no México. E nesta rota da droga, o crime organizado deixa um rastro de vítimas que não distingue entre nacionalidades. “Também estamos pensando que poderíamos convocar uma conferência internacional para tomar conta dessa descriminalização e dessa luta contra o crime organizado”, disse ela.

Para apoiar a luta regional contra o narcotráfico, Sánchez Cordero mencionou a controversa Lei da Anistia. Este eixo é um dos mais controversos das propostas do próximo Presidente. Andrés Manuel López Obrador não detalhou os mecanismos e critérios com os quais alguns crimes relacionados a drogas poderiam ser perdoados por lei. A jurista deu alguns exemplos em que essa legislação poderia ser útil, como jovens que são presos por posse de alguns gramas de maconha ou mulas, as pessoas que atravessam os postos de fronteira para os Estados Unidos, às vezes sem saber qual é a carga que eles carregam.

Olga Sánchez Cordero tem sido há anos a favor da descriminalização. Em 2016, quando ainda era ministra do Supremo Tribunal de Justiça da Nação (SCJN), ela votou a favor do governo mexicano autorizando o transporte, cultivo e consumo de maconha sem fins lucrativos. “Nós não estamos enfrentando uma questão criminal, mas um modelo de vida e liberdade da pessoa”, disse ela na ocasião. Ao juntar-se à equipe de Lopez Obrador, a jurista insistiu que o próximo Presidente do México está aberto ao debate sobre a descriminalização das drogas, começando com a maconha.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1Drogas psicoativas” (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/Droga_psicoativa

Imagem 2Olga Sánchez Cordero” (Fonte):

https://es.wikipedia.org/wiki/Olga_S%C3%A1nchez_Cordero

ÁFRICAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Zona Econômica Marítima de Cabo Verde

Criada em abril de 2018 pelo Conselho de Ministros, a Zona Especial da Economia Marítima de Cabo Verde (ZEEM) foi estabelecida na Ilha de São Vicente. A ZEEM é uma iniciativa conjunta estratégica com a República da China, voltada para as negociações envolvendo o setor marítimo e impulsionando o arquipélago no cenário econômico.

Imagem ilustrativa: transbordo de containers

Em divulgação durante o mês de agosto do ano corrente (2018), o Primeiro-Ministro de Cabo Verde, Ulisses Correia e Silva, anunciou que a sede da ZEEM será em São Vicente. A Ilha abrigaria um porto de águas profundas e o setor logístico de reparação e construção naval, bem como toda a estrutura necessária para o desenvolvimento da indústria marítima de Cabo Verde.

Conceitualmente, a Zona Econômica representa um conjunto de ações infraestruturais de transbordo internacional, turismo, reparação de navios e atividade pesqueira. Correia e Silva considerou que a definição de São Vicente como base da ZEEM não significa que não haja a intenção de criar outros portos de águas profundas. A título de exemplo, o Primeiro-Ministro comentou sobre a Ilha de São Nicolau e a potencialidade de desenvolvê-la como um bunkering*.

Ainda sobre as intenções de expansão, as ilhas de Santo Antão também serão englobadas no sistema da ZEEM, porém de forma complementar às atividades desenvolvidas na base logística do porto de São Vicente.

Com o anúncio da estruturação da base da Zona Econômica, a Comunidade Surfista de Cabo Verde manifestou-se sobre o impacto da mesma para a prática do esporte. O representante da Comunidade, Bob Lima, apontou que a construção dos portos impactaria nas atividades desportivas náuticas como o surf, kitesurf, canoagem, entre outros.

Cabe destacar que Cabo Verde atrai turistas em busca de atividades relacionadas à apreciação da natureza. Neste contexto, a pauta sobre a aliança entre o setor do Turismo e desenvolvimento do arquipélago é amplamente abordada pelo Governo. Uma vez que o país recebe aproximadamente cerca de 700 mil turistas por ano, pode-se compreender que o projeto nacional de desenvolvimento necessitará envolver tanto o setor turístico, como a área econômica portuária.

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Nota:

* Bunkering: fornecimento de combustível para uso por navios e logística de carregamento de combustível e a distribuição.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1Mapa da Ilha de São Vicente” (Fonte):

https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQsGOMBzZ5wvr1x4GaxcPvqIXj5BrhqGhvd1l3Vlitn64vsTTPr9g

Imagem 2Imagem ilustrativa: transbordo de containers” (Fonte):

https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSokRXEmZHHFL0tZWyqNu9lTMNmXE-wwEX8NnNaE72Sanawajm9kA

Imagem 3 Surf” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/8c/Teahupoo1.jpg/1200px-Teahupoo1.jpg