NOTAS ANALÍTICAS

Lançado Relatório de Monitoramento Global 2009 do Banco Mundial

Banco Mundial adverte que a crise internacional afetará a todos os países em desenvolvimento nos próximos dois anos. Segundo projeções do FMI, dentre outros fatores, isso ocorrerá devido à contração dos volumes da exportação e à queda no envio de remessas e investimentos, que causará a redução do crescimento dos países em desenvolvimento.“Com a recessão que sofrem simultaneamente as regiões mais importantes, a probabilidade de que a recuperação seja dolorosamente lenta em muitos países é real, de modo que o combate contra a pobreza se torna mais difícil”, afirmou John Lipsky, subdiredor gerente do FMI. Essas projeções estão no Relatório lançado pelo Banco Mundial, “Relatório de Monitoramento Global 2009: Uma emergência de desenvolvimento”.

NOTAS ANALÍTICAS

COOPERAÇÃO INTERNACIONAL - Itália e China reformulam associação estratégica

O presidente chinês Hu Jintao, se reuniu hoje, em Roma, com o presidente italiano, Giorgio Napolitano, para debater sobre o desenvolvimento da associação estratégica integral entre a China e Itália.

Hu Jintao deve reunir-se com o primeiro ministro Silvio Berlusconi e com outros dirigentes italianos para analisar o desenvolvimento da cooperação bilateral.

NOTAS ANALÍTICAS

Secretário-Geral da ONU solicitará pessoalmente na reunião do G-8 mais doações aos países mais pobres

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O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, apresenta nesta segunda-feira o “Relatório sobre os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio – 2009”.

Ban Ki-moon alerta que a recessão econômica aumentou a estimativa de pessoas que estão vivendo em extrema pobreza (menos de 1,25 dólares por dia). Ao meio caminho do limite do prazo fixado para a implementação dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) (a data limite para atingir as Metas do Milênio é 2015) a conjuntura de crise internacional reverteu o quadro de 20 anos de declínio da pobreza mundial, acionando na ONU o sinal vermelho para maior atenção aos ODM.

NOTAS ANALÍTICAS

Investimento Estrangeiro Direto cresce no Brasil

Segundo o Banco Central, houve record no Investimento Estrangeiro Direto (IED) no Brasil, com 2,483 bilhões de dólares. O IED é definido basicamente como o investimento que envolve uma relação de longo prazo e reflete um interesse duradouro, controlado e organizado pelo investidor estrangeiro ou empresa matriz localizado fora do país, neste caso, fora do Brasil, onde se encontram a sede e os principais responsáveis pelas tomadas de decisões.

Os fluxos de IEDs, bem como os de comércio e tecnologia, cresceram em proporção mais elevada que as taxas de variação do PIB, indicando que a internacionalização foi mais rápida que o desempenho local.