NOTAS ANALÍTICASSociedade Internacional

En Colombia, 4 millones de hectáreas de selva tropical son protegidas y declaradas Patrimonio de la humanidad por la UNESCO

El Parque Nacional Natural* Serranía del Chiribiquete cuenta en la actualidad con 4,2 millones de hectáreas, esto de acuerdo a la pronunciación oficial del Presidente de Colombia, quien anuncio la ampliación en más de 1,5 millones de hectáreas de las fronteras de este importante sistema ambiental. El presidente Santos manifestó que “la Amazonia colombiana y la Amazonia de América Latina, de Suramérica, es el pulmón más importante del mundo” y agregó que “el Parque de Chiribiquete –lo dicen todos los científicos– es donde confluyen muchas de las culturas y de las biodiversidades que se han generado a través de los siglos”.

Por su parte, la UNESCO**, el primero de julio, confirmo que esta es el área más grande protegida en este país Andino, la declaratoria como patrimonio de la humanidad, hacia parte de una lista de 30 candidaturas en total, de los cuales El Parque Nacional Natural Serranía del Chiribiquete se encontraba en la categoría de sitios mixtos, por su condición natural y cultural. Fue considerada por ser un de las áreas con mayor diversidad biológica del planeta. Además de albergar no menos de 70 mil pictogramas o pinturas rupestres, los cuales, de acuerdo con el Instituto Colombiano de Antropología e Historia -ICANH-, llegan a tener una antigüedad de hasta 200 mil años. Siendo un área que guarda importantes secretos sobre la historia de la humanidad.

Pinturas rupestres con más de 200 mil años en el Parque Nacional Serranía del Chiribiquete

La protección de esta reserva natural, ubicada a 400 kilómetros de distancia al suroriente de la capital colombiana, fortalecerá la conectividad de ecosistemas estratégicos de los Andes, La Orinoquia y la Amazonía. De esta manera su preservación se suma a los 59 parques naturales que tiene el país. Su conservación contribuye a la mitigación de los efectos negativos causados por el cambio climático, como también a la supervivencia de comunidades indígenas de las cuencas de los ríos Orinoco y Amazonas.

Este parque cuenta con una de las formaciones geológicas más antiguas del planeta, siendo el parque nacional de selva húmeda tropical más grande del continente y, en la actualidad, diversas comunidades indígenas que nunca han sido contactadas o que se aislaron voluntariamente viven en armonía con especies de fauna y flora desconocidas por la ciencia.

De esta manera, el Parque Natural Serranía del Chiribiquete se convierte en un tesoro cultural y ambiental que debe ser protegido por el Estado colombiano. Lo que resulta ser un significativo reto frente a los problemas de minería y deforestación ilegal que han venido destruyendo zonas en el país después de la salida de la guerrilla de las FARC de estos territorios.

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Notas de pie de página:

Un parque natural o reserva ecológica se caracteriza por la poca trasformación humana en el ambiente. Pueden encontrarse en espacios marinos o terrestres, y es un espacio geográfico de vital importancia para la conservación de la vida; existiendo una especial protección jurídica y ambiental. Esta figura nació en Eslovaquia en los años 30 y en Latinoamérica para preservar sistemas ambientales se han establecido espacios de conservación mayoritariamente desde los años 80.

** La Organización de las Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura -UNESCO- tiene como objetivo orientar a los pueblos para que la preservación y desarrollo de sus recursos, lo anterior desde una vocación pacifista y a través de la educación.

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Fuentes das Imágenes:

Imagen 1 Vista área de formaciones rocosas en el Parque Nacional Serranía del Chiribiquete” (Fuente):

http://www.icanh.gov.co/sala_prensa/actualidad_icanh/las_gentes_habitan_serrania_9686

Imagen 2 Pinturas rupestres con más de 200 mil años en el Parque Nacional Serranía del Chiribiquete” (Fuente):

http://www.icanh.gov.co/sala_prensa/actualidad_icanh/las_gentes_habitan_serrania_9686

                                                                                              

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O envelhecimento nos BRICS: políticas públicas para a população

Embora não restem dúvidas sobre o poder socioeconômico dos países que compõem o grupo BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), representando aproximadamente 22% do Produto Interno Bruto (PIB) global e 42% da população mundial em 2016, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) organizou a primeira Reunião dos BRICS sobre Envelhecimento e os desafios sociais associados a ele. Combinados, os idosos do grupo poderão somar 630 milhões em 2030 e 940 milhões em 2050, aproximadamente 45% do total mundial.

Gapminder – Gráfico construído na plataforma Gapminder. Expectativa de vida ao longo dos anos nos países do grupo BRICS

O aumento da população idosa nos países decorre tanto da melhoria das condições de vida, em termos econômicos, como, também, em virtude das altas taxas de fecundidade nesses países nas gerações anteriores. Dessa forma, a média de 3-4 filhos por família nas décadas de 1960 e 1970 gerou uma transição demográficas nos Estados emergentes e foi maximizada pelo aumento da expectativa de vida. Por exemplo, no Brasil, a expectativa de vida subiu de 65 anos em 1960 para 73 em 2015, enquanto na Índia esse salto foi de pouco mais de 40 anos para 65, no mesmo período.

Atualmente, uma em cada nove pessoas no globo tem 60 anos ou mais, contudo, essa proporção será de uma em cada cinco em 2050. Isto significa que os cinco países precisam pensar seriamente em políticas públicas para idosos e para os jovens que sustentarão as suas economias.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1Líderes do BRICS” (Fonte):

https://commons.wikimedia.org/wiki/Category:BRICS_countries#/media/File:Brics_Leaders_2016.jpg

Imagem 2Gapminder Gráfico construído na plataforma Gapminder. Expectativa de vida ao longo dos anos nos países do grupo BRICS” (Fonte):

https://www.gapminder.org/tools/#[email protected]=rus&=chn&=bra&=ind&=zaf;;;;&marker_axis/_y_which=life/_expectancy/_years&scaleType=linear;;;&chart-type=linechart&locale_id=en                                                                                  

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Aspectos globais da aprovação do casamento homossexual na Alemanha

Com 393 votos a favor e 226 em contra a Alemanha se une ao conjunto de países ocidentais que aprovam o casamento homossexual. A chanceler alemã Angela Merkel do partido União Cristã democrata, cedeu à pressão do partido social-democrata da Alemanha do qual é aliada, permitindo com que a votação fosse realizada este ano antes das eleições (ao contrário do que ela planejava) e que os integrantes de seu partido pudessem votar livremente. O projeto também teve apoio da Esquerda Alemã e dos Verdes, sendo festejado pela comunidade LGBT em todo o mundo.

75,8% dos alemães segundo um estudo realizado em 2016 são a favor da união entre pessoas do mesmo sexo e, embora alguns temas ainda sejam considerados sensíveis à opinião pública, o clima é bastante tolerante. O estudo também demonstrou que 95% da população é a favor da criminalização da homofobia criando uma lei específica para este crime.

A Holanda foi o primeiro país da Europa a aprovar o casamento homossexual em 2001, seguida pela Bélgica (2003), Espanha (2005), Canadá (2005), África do Sul (2006), Noruega (2009), Suécia (2009), Portugal (2010), Islândia (2010), Argentina (2010), Uruguai (2013), França (2013), Nova Zelândia (2013), Brasil (2013), Reino Unido (2014), Luxemburgo (2015), Estados Unidos (2015), Irlanda (2015) e Colômbia em 2016.  Outros países tais como o México possuem leis estaduais ou sistemas de reconhecimento da união estável. Apesar disso, não são todos os que aceitam a adoção de crianças por casais homossexuais e em alguns existem até mesmo restrições para esta parcela da população, tais como doar sangue.

Embora as relações homossexuais sejam comuns em mais de 800 espécies animais, não existe consenso entre os seres humanos em relação a natureza e normalidade das mesmas, sendo um tema elevado a uma questão de Estado em muitos países e uma fonte de controvérsias usada por partidos conservadores e outras forças políticas para formar a opinião pública e influenciar a formulação das leis. Questões religiosas, políticas, culturais e até mesmo médicas são usadas para restringir os direitos dessa parcela da população.

A comunidade médica internacional em sua grande maioria advoga pela normalidade das relações homossexuais dentro do complexo sistema de reconhecimento sexual do ser humano em relação ao gênero, identidade, opção e expressão sexual, cujo conhecimento foi se desenvolvendo ao longo do século XX com estudos nas áreas de genética, sexologia, psicologia e sociologia.

Apesar de que as relações entre indivíduos do mesmo sexo são descritas ao longo de toda história e da relevância que o tema suscita além de sua continua exposição, somente em 1990 a OMS retirou a homossexualidade da lista de doenças mentais, sendo o casamento uma realidade jurídica muito recente, havendo inclusive países onde persiste a proibição e até mesmo existe punição para essas relações.

Acredita-se que com a aprovação do casamento homossexual na Alemanha o país fortalece seu sistema democrático ao conceder igualdade de direitos aos seus cidadãos, uma lição que sem dúvidas muitos países da região devem emular nos próximos anos, sendo ainda considerado por analistas uma vitória para a comunidade LGBT mundial.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1Situação da população LGBT ILGA maio 2017” (Fonte):

http://ilga.org/wp-content/uploads/2017/05/ILGA_WorldMap_SPANISH_Overview_2017_ok.jpg

EUROPANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONALSociedade Internacional

Parlamento alemão revoga a condenação de homossexuais

O Parlamento alemão votou na última quinta feira, 22 de junho de 2017, a favor da anulação das sentenças de homossexuais condenados em razão do extinto artigo 175 do Código Penal. A lei que criminalizava as relações sexuais entre homens havia sido introduzida em 1871, tendo as suas penas sido fortalecidas e aplicadas de maneira intensiva durante o regime nazista, em 1935. Apesar de a homossexualidade ter sido descriminalizada na Alemanha Oriental e Ocidental em 1968 e 1969, respectivamente, a legislação prevista pela Seção 175 não havia sido completamente descartada até 1994.

Ministro da Justiça alemão, Heiko Maas

Em 2002, os parlamentares alemães aprovaram uma Lei que revogava as condenações que ocorreram durante o nazismo. No entanto a ação não previa a absolvição das mais de 50 mil pessoas que foram alvos da sentença após a Segunda Guerra Mundial. A última decisão aprovada pela Câmara Baixa do Parlamento prevê a anulação das penas, o provimento de compensações no valor de 3 mil euros e um valor adicional de 1.500 euros por cada ano na prisão aos condenados entre 1945 e 1994. Além disso, se estabeleceu um fundo coletivo no valor de 500 mil euros anuais conferido ao Hirschfeld Foundation. A fundação nomeada em homenagem a um proeminente pesquisador alemão e ativista gay ficará responsável por um processo de recuperação da história de homens atingidos pela legislação.

O Ministro da Justiça Alemão, Heiko Maas, manifestou apoio à decisão e a definiu como um ato atrasado de justiça. Um representante da Federação de Gays e Lésbicas da Alemanha declarou ao The Guardian que, finalmente, há a adoção de medidas legais em relação às graves violações dos direitos humanas perpetradas pelo Estado contra os grupos de homossexuais.

A decisão possui também um caráter político, uma vez que o partido da primeira-ministra Angela Merkel foi o seu maior defensor no Parlamento. O apoio surge em um contexto em que o Estado tem discutido e se aproximado da aprovação do casamento entre pessoas do mesmo sexo no país. Além disso, a Lei fortalece o discurso político, uma vez que promove memória, debate e reflexão, inspirando na população a mensagem de que violações de direitos não serão toleradas e de que o Estado Democrático tem zelado pela justiça e democracia.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1Bandeira LGBT hasteada em Berlim” (Fonte):

http://media.gettyimages.com/photos/low-angle-view-of-rainbow-flag-at-brandeburger-gate-in-berlin-picture-id699182293?s=170667a

Imagem 2Ministro da Justiça alemão, Heiko Maas” (Fonte):

http://media.gettyimages.com/photos/german-justice-minister-heiko-maas-leaves-a-news-conference-regarding-picture-id801507022?s=594×594

 

NOTAS ANALÍTICASSociedade Internacional

Mexicanos criam grupo de autodefesa em Guerrero

No último domingo (28 de maio), o representante municipal de Mezcala, no Estado de Guerrero, Leonardo Ávalos Ferrer, apresentou um novo grupo de autodefesa formado por civis para proteger a cidade da violência de duas facções criminosas (Guerreros Unidos e Los Rojos) que atuam na região. Em Mezcala operam duas grandes empresas de mineração canadenses, Goldcorp e Media Luna, responsáveis pela maior exploração de ouro do Estado. Ainda no mesmo dia (28 de maio), apoiados pelas empresas mineradoras, a população de Mezcala chegou a bloquear a estrada que interliga a Cidade do México (capital do país) à cidade da Acapulco, no litoral oeste, em protesto contra a inação do governo frente à violência.

Localização do Estado de Guerrero. Fonte: Wikipedia

Os grupos locais de autodefesa extralegal têm se tornado um fenômeno comum em áreas rurais do México, particularmente nas comunidades indígenas no Sul, desde o final da década de 1990. Entretanto, a partir de 2013, esses grupos passaram a emergir com mais frequência em todo o país, exacerbando a descrença dos mexicanos na disposição do Governo em protegê-los.

Presidente do México, Enrique Peña Nieto. Fonte: Wikipedia

Desde a expansão desse fenômeno, o atual Presidente, Enrique Peña Nieto, vem tentando desenvolver uma política de segurança mais eficaz, mas de 2013 para cá esses grupos ganharam uma legitimidade pública que nem as polícias locais possuem. Para alguns especialistas, ao invés de tentar dissolver essas forças, as autoridades mexicanas devem discernir entre aqueles que atuam legitimamente com o apoio público local e aqueles que atuam com segundas intenções (como a exploração de minas clandestinas).

Para José Manuel Mireles, médico cirurgião e ex-líder de um grupo de autodefesa que chegou a comandar um exército popular com 25 mil trabalhadores, entre 2013 e 2014, no Estado de Michoacán, os grupos de autodefesa não são uma escolha, mas uma necessidade. Mireles conta que passou 12 anos denunciando ativamente a violência dos Caballeros Templários (Cartel) para as autoridades locais (como Ministério Público), até seus amigos, familiares e vizinhos serem assassinados. A partir daí, decidiu criar o grupo de autodefesa. “Só pedimos três coisas ao Governo Federal: uma segurança pública eficiente; uma justiça imparcial; e o reestabelecimento do Estado de Direito”.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1Protesto contra o Governo Federal” (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/Enrique_Pe%C3%B1a_Nieto

Imagem 2Localização do Estado de Guerrero” (Fonte):

https://en.wikipedia.org/wiki/Guerrero

Imagem 3Presidente do México, Enrique Peña Nieto” (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/Enrique_Pe%C3%B1a_Nieto

NOTAS ANALÍTICASSociedade InternacionalTecnologia

[:pt]Wannacry e o ataque cibernético global[:]

[:pt]

Nas últimas horas de sexta feira, 12 de maio, o mundo foi pego de surpresa e sofreu com um ataque cibernético global, o qual afetou mais de 200.000 computadores, em 150 países, de acordo com Rob Wainwright, Diretor da Europol. O malware se espalhou rapidamente pela Internet, procurando por computadores que não haviam sido atualizados para corrigir uma vulnerabilidade no Windows, sistema operacional da Microsoft e o mais comum no mundo. Computadores de grandes empresas e serviços por todo o globo foram afetados e, conforme as pessoas voltam ao trabalho, é possível que o malware contamine outros computadores.

Dentre os afetados estão o serviço de saúde da Inglaterra; a Telefonica, gigante de telecomunicações de origem espanhola; o serviço de entregas norte-americano FedEx; redes elétricas na Índia; bem como o sistema de ferrovias, o Banco Central, e o Ministério do Interior Russo. No Brasil, computadores do Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty), do Ministério Público de São Paulo, do INSS, da Petrobrás e do IBGE foram atingidos. Por precaução, computadores de Tribunais de Justiça de diferentes estados foram desligados.

O ataque cibernético consistia em um ransomware, um tipo de malware específico que invade o computador e criptografa os arquivos, exigindo da vítima um resgate em dinheiro para que os sequestradores devolvam o acesso às vítimas. O ataque só foi interrompido quando especialistas acionaram uma “killswitch (chave mestra), ao registrarem um dos domínios que o malware estava usando para se espalhar. Porém, após essa solução, uma segunda versão do WannaCry voltou a atingir computadores na segunda-feira (dia 15 de maio), porém ele não vêm se espalhando, de acordo com especialistas, devido à um erro no código do programa.

Dado o grande número de computadores afetados, envolvendo órgãos e infraestruturas estratégicas de diferentes países, questões obviamente estão sendo levantadas, além de uma maior preocupação em segurança e em manter os dispositivos eletrônicos atualizados, por parte de usuários. Por enquanto, pouco se sabe da origem da ação, mas, segundo empresas de segurança cibernética, o malware foi desenvolvido a partir de ferramentas previamente utilizadas pela Agência de Segurança Nacional Norte-Americana (NSA) e recentemente postas em leilão online por um grupo conhecido como “ShadowBrokers”, como foi previamente publicado aqui.

Na terça-feira de manhã (dai 16), duas empresas de segurança, Kaspersky e Symantec, apontam que o malware pode ter sido criado pelo grupo de hackers com ligação ao Governo norte-coreano, conhecido como “Lazarus”. Segundo as empresas, uma das versões mais antigas do código do WannaCry tinha as mesmas linhas de código utilizadas pelo grupo quando hackearam o estúdio cinematográfico Sony Pictures, em represália pela divulgação de um filme no qual o líder norte-coreano, Kim Jong-un, era assassinado. No entanto, outro grupo de hackers pode ter facilmente se apropriado do código do grupo norte-coreano, com a intenção de gerar falsas suspeitas, porém, como o código foi excluído em versões mais recentes do malware, é pouco provável que isso tenha acontecido.

O WannaCry representa as consequências do mal-uso e práticas negligentes com o espaço cibernético, com os danos tendo sido financeiros, em sua maior parte. Porém, se as práticas não mudarem e o espaço cibernético não for levado à sério em sua totalidade (de redes de supercomputadores à dispositivos inteligentes), não haverá garantia de que, da próxima vez, sistemas de mísseis, hospitais e usinas termonucleares não serão os alvos.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1Mensagem do malware pedindo o resgate dos arquivos criptografados” (FonteBy WannaCryhttps://securelist.com/blog/incidents/78351/wannacry-ransomware-used-in-widespread-attacks-all-over-the-world/, Public Domain):

https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=58846200

Imagem 2 Mapa dos países incialmente afetados” (Fonte):

https://en.wikipedia.org/wiki/WannaCry_ransomware_attack

Imagem 3Pesquisador aponta semelhanças no código do WannaCry e do grupo Lazarus” (Fonte):

https://twitter.com/msuiche/status/864179805402607623/photo/1

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[:pt]A OIM no pós-Declaração de Nova York[:]

[:pt] Em meados de setembro de 2016 ocorreu importante mudança no Regime Internacional dos Refugiados, a partir da celebração da Declaração de Nova York, no âmbito da Organização das Nações Unidas (ONU). Dentre suas resoluções,…

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