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Iniciativa empresarial Brasileira da ONU cresce em 2018 e se consolidada como referência

A Organização das Nações Unidas (ONU), em 2000, enquanto presidida pelo Secretário-Geral Kofi Annan, lançou uma iniciativa denominada “Pacto Global”, com o objetivo de engajar empresas na adoção de valores alinhados aos direitos humanos e à proteção do meio ambiente. De caráter voluntário, tratava-se de um mecanismo para impulsionar a responsabilidade corporativa.

Hoje, a proposta de Annan conta com a parceria de 13 mil membros, de 162 países. Nesse sentido, sua estratégia de atuação está pautada pelas diretrizes baseadas nos Dez Princípios voltados aos direitos humanos, ao trabalho, ao meio ambiente e ao combate à corrupção, como também pelos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (Agenda 2030).

No Brasil, a materialização dessa ferramenta de compartilhamento de boas práticas empresariais ocorre a partir da “Rede Brasil do Pacto Global das Nações Unidas”, que tem cerca de 800 participantes entre empresas, organizações da sociedade civil e órgãos públicos. Em 2018, consagrou-se a expansão em 6% do número de integrantes, mesmo passando a exigir pagamento das contrapartidas e, por este motivo, havendo expectativa de assistir à redução do quadro de membros.

Desse modo, a rede brasileira consolidou-se como a terceira maior do mundo, atrás apenas da espanhola e francesa.

Logo Rede Brasil do Pacto Global

Além disso, a Rede Brasil ganhou protagonismo global e assumiu uma vaga no Board da organização, máxima instância de representação e decisão do Pacto Global, liderada pelo atual Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres. Também passou a presidir o Conselho Global das Redes Locais e o Conselho Latino Americano das Redes Locais.

Entre os destaques das ações desenvolvidas no ano passado (2018), cabe especial menção ao Fórum Pacto Global, que marcou os 15 anos de Rede Brasil e reuniu CEOs e representantes de diversos setores em torno de discussões sobre sustentabilidade corporativa. A partir disso, integrantes da rede brasileira representaram o país na maior discussão global sobre enfrentamento às mudanças do clima (COP24), em Katowice, e no Fórum de Direitos Humanos promovido pelas Nações Unidas, em Genebra. Já em Nova York, projetos empresariais sustentáveis foram apresentados a investidores internacionais e nacionais na primeira edição do SDGs in Brazil, evento paralelo à 73ª Assembleia Geral das Nações Unidas.

Outras informações podem ser encontradas no Relatório Anual da Rede Brasil do Pacto Global de 2018 neste link.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Pacto Global da ONU”(FonteFoto: ONU): https://pactoglobal.org.br/noticia/284

Imagem 2 Logo Rede Brasil do Pacto Global” (FonteFoto: Rede Brasil): https://www.facebook.com/pactoglobalbr/?fref=nf

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Testemunha no julgamento de “El Chapo” fala sobre corrupção de alto nível

Uma testemunha no julgamento do líder do Cartel de Sinaloa, Joaquin “El Chapo” Guzmán, na última terça-feira (dia 20 de novembro), testemunhou que ele pagou um suborno multimilionário a um subalterno do Presidente eleito do México, Andres Manuel Lopez Obrador, em 2005.

A testemunha, Jesus Zambada, também disse que pagou milhões de dólares em subornos ao ex-funcionário do governo mexicano, Genaro Garcia Luna, em nome de seu irmão, o traficante de drogas Ismael “El Mayo” Zambada, que continua foragido. Lopez Obrador não se manifestou sobre o relato. Já Garcia Luna, em uma declaração por escrito, disse que as acusações eram “difamação” e feitas sem qualquer prova. Ele também ressaltou que recebeu elogios de altos funcionários dos EUA por seus esforços na luta contra o crime organizado no México e que foi “sistematicamente difamado” devido às ações que tomou contra redes criminosas. “Nunca houve uma única prova ou evidência de todas essas infâmias”, disse ele.

El Mayo, suposto chefe do Cartel de Sinaloa

Zambada deu seu testemunho sobre os subornos no quinto dia de julgamento sob interrogatório de um dos advogados de Guzmán, William Purpura. Os advogados de Guzmán disseram que tentarão provar que este está sendo bode expiatório e que Ismael Zambada era o verdadeiro chefe do Cartel de Sinaloa.

Guzmán, de 61 anos, é acusado de 17 crimes e será sentenciado à prisão perpétua se for condenado. Ele foi extraditado para os Estados Unidos em janeiro de 2017, depois de duas vezes escapar de prisões mexicanas.

Zambada, que foi chamado a testemunhar contra Guzmán sob um acordo com os promotores, disse aos jurados que seu irmão e Guzmán trabalharam juntos por anos para transportar toneladas de cocaína da Colômbia através do México para os Estados Unidos, enquanto buscava eliminar seus rivais.

Durante o interrogatório, também disse que pagou “alguns milhões de dólares” a um funcionário do governo da Cidade do México, enquanto López Obrador era chefe de governo da cidade porque se acreditava, na época, que o funcionário poderia se tornar o próximo secretário de segurança pública do México.

O nome do funcionário não ficou imediatamente claro no depoimento do tribunal, mas Gabriel Regino, ex-subsecretário de segurança pública na Cidade do México e agora professor de direito criminal na Universidade Nacional Autônoma do México, escreveu no Twitter que uma acusação de suborno havia surgido contra ele no julgamento, mas era falsa.

Zambada também disse, sob interrogatório, que entregou uma mala contendo 3 milhões de dólares para Garcia Luna em 2005 ou 2006, quando este era diretor da Agência Federal de Investigação do país. Luna, por sua vez, declarou que a acusação era “inacreditável”, já que ele não foi capaz de nomear funcionários para cargos, como Zambada alegou, e tais designações foram feitas por um Conselho.

Zambada, em continuidade, afirmou que lhe deu outros 5 milhões de dólares em 2007, quando ele se tornou secretário de segurança pública, para garantir um tratamento favorável ao cartel. Por fim, Garcia Luna alegou que nunca teve contato com Zambada e que havia um registro público de todas as suas reuniões dentro e fora do escritório quando ocupou este cargo público.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1Extradição de El Chapo em 2017” (Fonte):

https://en.wikipedia.org/wiki/Joaqu%C3%ADn_%22El_Chapo%22_Guzm%C3%A1n

Imagem 2El Mayo, suposto chefe do Cartel de Sinaloa” (Fonte):

https://en.wikipedia.org/wiki/Ismael_%22El_Mayo%22_Zambada

Imagem 3Garcia Luna, exsecretário de segurança pública do México” (Fonte):

https://en.wikipedia.org/wiki/Genaro_Garc%C3%ADa_Luna

AMÉRICA LATINACOOPERAÇÃO INTERNACIONALEuropaNOTAS ANALÍTICASSem categoria

Colombia recibe en 2018 más refugiados que toda Europa en el mismo período

Colombia y Venezuela comparten una frontera de 2.200 kilómetros, la más larga para ambas naciones. También poseen una historia en común desde su formación. Sobre el caribe comparten una identidad indígena a partir de pueblos cuyos territorios ancestrales no distinguen esta división política y esta zona ha sido históricamente un paso de contrabando. Durante el siglo XX dominó la entrada de licor, cigarrillos y tecnología que procedían de Centroamérica, luego fue remplazada por derivados del petróleo, especialmente gasolina, la cual se vende a lo largo de la frontera por un valor 10 veces menor al que podría comprarse en Bogotá.  Más al sur sobre la cordillera de Los Andes que continua en Venezuela con el nombre de cordillera de Merida se presentan ricos yacimientos mineros de cobre, oro y otros metales; luego se encuentra la Orinoquia, extensas sabanas que son utilizadas principalmente para la ganadería y algunos monocultivos como arroz y granos. Luego la frontera se difumina en la Amazonía, donde se encuentra el hito de la triple frontera con Brasil.

Migración de venezolanos hacia Colombia en puesto fronterizo de la ciudad de Cúcuta

La anterior es una radiografía de un territorio por donde circulan más de 35 mil venezolanos diariamente, esto de acuerdo con un reciente informe del ministerio de relaciones exteriores de Colombia. Esta circulación de población se define inicialmente como pendular, caracterizada por estar asociada al desarrollo de actividades cotidianas. El punto migratorio que registra mayor movimiento se encuentra sobre el puente Simón Bolívar, del lado colombiano la ciudad de Cúcuta y en el lado venezolano San Antonio y San Cristóbal. El 53% de venezolanos que migran con el fin de mejorar sus condiciones de vida lo hacen de forma legal por este punto.

Como señala Cristian Kruger, director general de migración Colombia, y de acuerdo con estimativas de la OIM, en Colombia viven más de un millón de venezolanos entre regulares e irregulares, hecho que presenta un importante desafío para la institucionalidad. Además de acuerdo con declaraciones hechas por el presidente Juan Manuel Santos, se prevé un aumento significativo durante el resto del presente año (2018). El jefe de Estado señalo que en el 2018 más de 200 mil venezolanos han fijado su domicilio en ciudades como Bogotá (40%), Medellín (10%) y Barranquilla (8%). Esta cifra representa un número mayor de migrantes que el número de refugiados recibido por Europa en el mismo periodo.

Con la llegada de venezolanos a Colombia también se han desplazado grandes sumas de capital, la mayoría de estas representada en divisas diferentes al bolívar (moneda cuyo valor de cambio en la frontera es cercano a cero), de acuerdo con la firma Datanálisis, en la última década más de 900 millones de dólares se han invertido de forma directa en Colombia, en los seguimientos de alimentos, medicamentos, restaurantes y agencias de medios.

Cabe decir que un número importante de migrantes son colombianos que regresan con sus familias, quienes residieron en Venezuela por muchos años, en donde encontraron refugio frente al conflicto armado y recibieron ayuda de los programas sociales del gobierno. La frontera fue de manera inversa por muchos años, una válvula de escape por donde cientos de miles de colombianos refundaron sus vidas. Ahora muchas de estas familias regresan a Colombia, en un ambiente que no puede ser de exclusión o de xenofobia, esto último por lo menos ha sido tema a tratar por centros académicos e instituciones de Colombia.

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Fontes das Imágenes:

Imagen 1Frontera entre Colombia y Venezuela” (Fuente):

http://www.cancilleria.gov.co/content/frontera-terrestre-colombia-venezuela

Imagen 2Migración de venezolanos hacia Colombia en puesto fronterizo de la ciudad de Cúcuta” (Fuente):

https://www.cfr.org/report/venezuelan-refugee-crisis

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Sustentabilidade: NHL visa manutenção consciente de ringues de patinação

A mudança climática é tema central de diversas discussões ao redor do mundo e vem sendo abordada também na área dos esportes. A National Hockey League (NHL), primeira liga de esporte a emitir um Relatório de Sustentabilidade, tem se preocupado com tais questões desde 2010 e, por meio da edição de 2018, reitera o compromisso de reduzir os impactos ambientais por meio de objetivos que ultrapassem os ginásios e influenciem a sociedade como um todo*.

Emblema oficial da NHL

O projeto, então nomeado NHL Green, canaliza seus esforços em reduzir a emissão de gás carbônico, apoiar fontes limpas de energia, conservar água e reduzir o lixo através de ferramentas e recursos tecnológicos.

Foi anunciada, no dia 22 de maio de 2018, uma parceria entre NHL e The Chemours Company, uma empresa com mais de 85 anos de experiência na indústria da inovação e refrigeração, para encontrar soluções mais eficientes no que tange às alternativas sustentáveis para os ringues de patinação.

Representação gráfica da molécula de HCFC-22

A estratégia principal desta união consiste em encontrar uma forma de substituir o gás clorodifluorometano (HCFC-22), atualmente utilizado como ativo refrigerador nas arenas. Como opção, cogita-se o uso de um fluído refrigerador chamado Opteon, ativo de alto desempenho, inofensivo à camada de ozônio e com baixo potencial de aquecimento global (GWP, no inglês).

Esta iniciativa tende a elevar a qualidade de vida da população, visando a melhoria das condições ambientais e o incentivo às atividades físicas, pois, além de ser uma medida preventiva contra o aquecimento global, passa a garantir que a prática do hockey como esporte em ambientes externos seja prolongada durante o ano, na América do Norte.

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Notas:

* De acordo com a NHL Green, 65% dos fãs de NHL reduziram seus próprios impactos ambientais e 46% dos fãs estão interessados em aprender como ser mais sustentável ambientalmente.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 “Iniciativa sustentável da National Hockey League” (Fonte):

https://nhl.bamcontent.com/images/photos/296493280/960×540/cut.jpg

Imagem 2 “Emblema oficial da NHL” (Fonte):

https://nhl.bamcontent.com/images/photos/298127792/960×540/cut.png

Imagem 3 “Representação gráfica da molécula de HCFC22” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/1/1f/Chlorodifluoromethane-3D-vdW.png/180px-Chlorodifluoromethane-3D-vdW.png

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Visita de Estado: Evo Morales visita a Espanha antes de ir para Haia

Faltando poucos dias para o início das alegações orais em Haia pela demanda marítima boliviana contra o Chile, o presidente Evo Morales fez uma escala de pouco mais de um dia na Espanha. Entre a noite de 15 de março e todo o dia 16 de março, quinta e sexta-feira passada, o máximo mandatário boliviano esteve em território espanhol, onde aproveitou para se reunir com diversas autoridades e figuras notórias do setor privado.

Rei Don Felipe VI recebe presidente Evo Morales durante visita de Estado na última sexta-feira (16 de março)

Acompanhado pelo seu Ministro das Relações Exteriores, Fernando Huanacuni, o Presidente Morales organizou a sexta-feira (dia 16) para distribuir seus compromissos em Madri. A primeira visita foi realizada pela parte da manhã, quando o Chefe de Estado boliviano foi até o Palácio de La Zarzuela para se reunir com o Rei Don Felipe VI. A reunião foi privada e participarem dela membros do corpo diplomático boliviano e algumas autoridades espanholas.

Posteriormente ao encontro com o Chefe de Estado espanhol, Morales se dirigiu à sede da Confederação Espanhola de Organizações Empresariais. Lá, ele fez um chamado às empresas espanholas para investirem no país andino. O presidente Evo ressaltou que nos últimos anos as relações com as empresas espanholas foram frutíferas, com 90% dos contratos entre elas e o Governo boliviano sendo executados com sucesso. Fez ainda questão de encerrar qualquer possível preocupação com a nacionalização de empresas estrangeiras, apontando que tal processo é destinado aos recursos naturais do país.

Finalmente, para as 17:00 da sexta-feira, o Presidente boliviano se reuniu com o Presidente do Governo espanhol, Mariano Rajoy. A última visita foi, talvez, a mais importante. Morales e Rajoy discutiram sobre diversos temas que envolvem questões técnicas de cooperação, assim como assuntos políticos e de comércio.

Palácio da Paz, em Haia, sede da CIJ

Dentre os vários assuntos, discutiu-se a possibilidade do apoio espanhol para que os bolivianos possam acessar o Espaço Schengen sem necessidade de visto. De acordo com o mandatário boliviano, a Bolívia contaria com todas as condições técnicas para obter este benefício. O presidente Rajoy se mostrou disposto a apoiar a causa boliviana, agora deve-se esperar para ver como as negociações sobre o tema irão se desenvolver.

Após a série de compromissos oficiais na sexta-feira, o presidente Evo Morales embarcou no seu avião particular rumo a Haia, onde se reuniu com a equipe jurídica nacional e internacional no sábado (dia 17) para terminar os preparativos para as sessões orais na Corte Internacional de Justiça conta o Chile.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 O presidente do governo espanhol Mariano Rajoy, recebe o Presidente o Estado Plurinacional da Bolivia, Evo Morales, em sua chegada ao Palacio de La Moncloa” (Fonte):

http://www.lamoncloa.gob.es/multimedia/galeriasfotograficas/presidente/Paginas/2018/160318-rajoymorales.aspx

Imagem 2Rei Don Felipe VI recebe presidente Evo Morales durante visita de Estado na última sextafeira (16 de março)” (Fonte):

http://www.casareal.es/ES/ArchivoMultimedia/Paginas/archivo-multimedia_galerias-de-fotos-detalle.aspx?data=197518

Imagem 3 Palácio da Paz, em Haia, sede da CIJ” (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/Tribunal_Internacional_de_Justiça#/media/File:International_Court_of_Justice.jpg