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NOTAS ANALÍTICAS

China: investimentos em Previdência e “Segurança do Trabalho”

A política econômica chinesa atual está focada na exploração do consumo interno. Para isso, já se iniciou um processo de reformulação dos salários e outros meios de melhorar a distribuição de renda. Embora já trabalhe com planos individuais para atingir seus objetivos, o povo chinês ainda tem o costume de poupar muito, visando à segurança familiar, à segurança da educação e da saúde futuras.

 

Pensando em estimular o consumo, o Governo está investindo na Previdência para substituir o hábito da população de poupar para garantir o futuro. Por isso investirá mais na saúde, no prevenção e resolução de acidentes de trabalho, nos problemas do desemprego e na maternidade, tanto na cidade como nas áreas rurais. Com tais medidas espera que as famílias poupem menos e consumam mais.

Para se chegar a este objetivo, a “Lei de Segurança do Trabalho” chinesa, formulada em 2002, receberá uma Emenda com novos mecanismos regulatórios e um espaço para a opinião pública. Assim, os trabalhadores que exercem funções de riscos estarão mais protegidos e terão uma assistência à saúde mais ampla para casos de doença, morte e invalidez. Logo, poderão gastar mais no consumo.

Acreditam os estrategistas, respaldados pelas análises de observadores, que, com a garantia de serviços básicos com qualidade para todos os chineses e melhores condições de trabalho, a economia poderá se beneficiar de mais consumidores e o Governo também se beneficiará com a “confiança” do povo chinês, usando deste possível elevado índice de aprovação popular nas discussões sobre a “reforma política e econômica” que estão ocorrendo na sociedade chinesa.

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Fontes:

Ver:

http://portuguese.cri.cn/561/2012/06/05/1s152151.htm

Ver:

http://br.china-embassy.org/por/szxw/t928558.htm

About author

Bacharel em Relações Internacionais (2009) e técnico em Negociações Internacionais (2007) pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua na área de Política Econômica com foco nos países do sudeste e leste asiático, sendo referência em questões relacionadas a China. É membro da Júnior Chamber International Brasil-China, promovendo as relações sócio-culturais sino-brasileiras em São Paulo e Articulista da Revista da Câmara de Comércio BRICS. Também atuou como Consultor de Câmbio no Grupo Confidence. Atualmente trabalha como repórter fotográfico.
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