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NOTAS ANALÍTICAS

China busca cooperação para aumentar os laços de amizade com os países em desenvolvimento

O governo chinês está se mobilizando para reforçar seus laços de cooperação e amizade com os países da Ásia, África, América Latina, entre outros. Nesta terça-feira, dia 8 de setembro, o chanceler chinês, Yang Jiechi, e o presidente da Comissão Africana, Jean Ping, presidiram em Beijing o “2°diálogo estratégico China-UA” (União Africana) e também convocaram países dos mesmos continentes para a realização de um fórum ministerial, com o intuito de discutir a segurança alimentar.

 

Nesse “diálogo estratégico China-UA” foram discutidas questões sobre o apoio e os investimentos chineses na África e o reforço para a continuação da UA na política “uma só China”, reforçando colaborações e coordenação conjunta em assuntos internacionais.

A política “uma só China” é defendida pelo governo chinês, sob a perspectiva de legitimação do Partido Comunista (PCC), que pensa a reunificação de todo seu território. Atualmente, esta política prioriza as questões de Taiwan e do Tibet.

No fórum que será realizado entre os dias 10 e 12 de setembro, em Changsha, na província de  Hunan,  será discutida a cooperação internacional em áreas como agricultura, tecnologia do arroz híbrido, segurança alimentar, bem como os  problemas dos investimentos. O encontro será promovido pelo Ministério do Comércio e terá o Governo Provincial de Hunan Popular como co-patrocinador dessa busca de cooperação estrangeira no país.

As articulações que estão sendo promovidas denotam o crescente interesse do governo chinês em fortalecer a amizade e a cooperação com os países africanos, a fim de diversificar cada vez mais os investimentos, que certamente proporcionarão benefícios para ambas as regiões.

About author

Bacharel em Relações Internacionais (2009) e técnico em Negociações Internacionais (2007) pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua na área de Política Econômica com foco nos países do sudeste e leste asiático, sendo referência em questões relacionadas a China. É membro da Júnior Chamber International Brasil-China, promovendo as relações sócio-culturais sino-brasileiras em São Paulo e Articulista da Revista da Câmara de Comércio BRICS. Também atuou como Consultor de Câmbio no Grupo Confidence. Atualmente trabalha como repórter fotográfico.
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