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NOTAS ANALÍTICAS

“Coreia do Sul” responde a Pyongyang

Nesta semana, a “Coreia do Norteameaçou publicamente entrar em uma guerra nuclear contra a Coreia do Sul”. Em resposta, Seul comunicou que seus mísseis balísticos terão os alcances estendidos.
Segundo a imprensa asiática, Seul e Washingtondefiniram que os mísseis balísticos do país passarão a ter um alcance de 800 Km, raio que pode cobrir toda a Coreia do Norte”. Atualmente, seus mísseis tem alcances de 300 km, por isso a alteração, sendo alterado também o peso das ogivas, que serão proporcionais ao alcance dos armamentos.

O assessor-chefe de segurança da Presidência da Coreia do Sul, Chun Yung-Woo, afirmou à imprensa: “O objetivo mais importante é que nosso Governo lançou uma revisão da orientação de mísseis para deter as provocações armadas da Coreia do Norte (…). Vamos garantir métodos mais eficazes para incapacitar as capacidades nucleares, de mísseis  e salvaguardar as vidas e a segurança dos nossos cidadãos, caso a Coréia do Norte lance ataques armados”*.

Nos últimos meses, a atenção de Seul havia sido transferida da “Coreia do Norte” para o Japão, país com o qual está em disputa territorial. As novas provocações de Pyongyang só foram combatidas após o país comunista anunciar que poderia atacar seu vizinho com armamentos nucleares, levantando interrogações entre os analistas acerca dessa nova investida retórica por parte dos norte-coreanos.
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Fontes:
* Ver:

http://spanish.yonhapnews.co.kr/national/2012/10/07/0300000000ASP20121007001700883.HTML

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Ver também:

http://portuguese.cri.cn/561/2012/10/07/1s156843.htm

About author

Bacharel em Relações Internacionais (2009) e técnico em Negociações Internacionais (2007) pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua na área de Política Econômica com foco nos países do sudeste e leste asiático, sendo referência em questões relacionadas a China. É membro da Júnior Chamber International Brasil-China, promovendo as relações sócio-culturais sino-brasileiras em São Paulo e Articulista da Revista da Câmara de Comércio BRICS. Também atuou como Consultor de Câmbio no Grupo Confidence. Atualmente trabalha como repórter fotográfico.
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