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Mais de 2,1 milhões de pessoas vivem com HIV na AL

O HIV trata-se de uma sigla para o Vírus da Imunodeficiência Humana. Este vírus pode desencadear a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS). Portanto, deve-se destacar que uma pessoa com HIV não necessariamente possui AIDS, já que a referida síndrome ocorre quando não se realiza o tratamento por antirretrovirais adequadamente.

Nesse sentido, quando não há o controle, o HIV afeta e destrói células específicas do sistema imunológico (Células CD4 ou Células T), tornando o organismo incapaz de lutar contra infecções e doenças. A única forma de se detectar o HIV, de maneira confiável, é por meio do teste.

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) lançou em dezembro deste ano (2018) a plataforma online“Deu positivo, e Agora?” (deupositivoeagora.org). A iniciativa conta com o apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Comunicação (UNESCO) e tem como principal objetivo mostrar que o tratamento, quando iniciado precocemente e seguido corretamente, permite melhor qualidade de vida à pessoa infectada.

Não há cura para o HIV, no entanto, estudos científicos já comprovaram que a adesão ao tratamento antirretroviral pode levar a um nível chamado indetectável”. Logo, deixa de ser transmitido a outras pessoas.

Campanha Governo do Estado do Rio Grande do Sul em apoio ao Dezembro Vermelho. Fonte: Secretaria de Estado da Saúde do Governo do Estado do Rio Grande do Sul

Em se tratando da incidência de HIV na América Latina e Caribe, mais de 2,1 milhões de pessoas são acometidas pela doença. Desse grupo, 1,6 milhão (76%) sabem que tem o vírus.

Essas estimativas foram divulgadas pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e também revelam uma queda de 12% das mortes relacionadas à AIDS ao longo do período 2010-2017. No Caribe, o índice foi ainda mais alto, 23%.

A taxa de novas infecções na região latino-americana permanece inalterada em cerca de 100 mil por ano. A maioria das novas infecções ocorre entre gays, profissionais do sexo e seus clientes, mulheres transexuais e pessoas que fazem uso de drogas injetáveis.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Dezembro Vermelho Mês de ações de prevenção e combate a AIDS. Fonte: UNAIDS” (Fonte):

https://unaids.org.br/2018/12/acoes-do-unaids-no-brasil-durante-o-dezembro-vermelho-2018/

Imagem 2 Campanha Governo do Estado do Rio Grande do Sul em apoio ao Dezembro Vermelho. Fonte: Secretaria de Estado da Saúde do Governo do Estado do Rio Grande do Sul” (Fonte):

http://www.saude.rs.gov.br/zero-discriminacao-as-pessoas-vivendo-com-hiv-aids-e-tema-de-campanha-publicitaria-e-seminario-no-rs

About author

Pós-graduanda em Estratégia e Relações Internacionais Contemporâneas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS, 2018-2019). Graduada em Relações Internacionais pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS, 2015), pela I Turma de Relações Internacionais – Turma Nelson Mandela. Ao longo da graduação, implementou o Centro Acadêmico de Relações Internacionais (CARI) da UNISINOS. Possui interesse na área de Segurança Internacional, Organizações Internacionais e Direito Internacional, especificamente, no Direito Internacional dos Refugiados e Migrações. Tem como experiência profissional assessoria técnica para o Governo do Estado do Rio Grande do Sul, na Secretaria do Planejamento, Governança e Gestão (SPGG, RS). Como articulista do CEIRI trabalha temas correlatos à América Latina.
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