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O foco da Defesa japonesa

O Ministério da Defesa do Japão focará em mísseis balísticos e ciberataques, além de ataques eletromagnéticos. Segundo o jornal Japan Times, sexta-feira passada (16 de novembro de 2018), o ex-Ministro da Defesa e atual comandante da nova força-tarefa, Itsunori Onodera, afirmou que “a Coreia do Norte melhorou suas capacidades referentes a mísseis balísticos”.

Takeshi Iwaya, Ministro da Defesa japonês

A atual administração buscou duplicar os custos com defesa de mísseis, chegando ao recorde de 5,3 trilhões de ienes para o ano fiscal de 2019, um aumento de cerca de 2,1% em relação ao ano passado (que corresponde a 2018), configurando o sétimo aumento consecutivo sob o comando do primeiro-ministro Shinzo Abe. Muito dos esforços baseia-se na ameaça norte-coreana, porém, o crescimento do investimento militar chinês igualmente influencia na decisão.

Quanto a ciberataques, o orçamento é estimado em 93 bilhões de ienes, incluindo defesa espacial. Em agosto deste ano (2018), Abe declarou que “o ambiente de segurança em torno do Japão tem ficado mais severo e incerto, mais rapidamente do que havíamos previsto cinco anos atrás” (Tradução Livre).  As novas medidas seguem outras políticas como a dos Estados Unidos, que sinalizaram, agora, em novembro (2018), a possibilidade de retornar à realização de exercícios militares com a Coreia do Sul.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Ministério da Defesa do Japão” (Fonte):

https://en.wikipedia.org/wiki/Ministry_of_Defense_(Japan)

Imagem 2 Takeshi Iwaya, Ministro da Defesa japonês” (Fonte):

https://en.wikipedia.org/wiki/Takeshi_Iwaya

About author

Bacharela em Relações Internacionais pela Universidade Católica de Santos (UNISANTOS) e integrante do grupo de pesquisa sobre Governança Global da mesma instituição. Teve duas experiências internacionais no Japão: Okinawa, para estudos culturais (bolsa cultural em 2016) e Hiroshima, participando do curso de verão sobre Hiroshima e Paz na Hiroshima City University (bolsa pela Mayors for Peace como representante da cidade de Santos, em 2018).
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