ANÁLISES DE CONJUNTURAORIENTE MÉDIO

O Terrorismo e a Segurança Pública nas grandes cidades pelo mundo depois do “Caso Sydney”

O falecido clérigo radical iraniano Man Haron Monis (nascido Mohammad Hassan Manteghi)[1] foi o autor do sequestro em massa que resultou na Crise de Reféns em Sydney, em 2014. Eis a anatomia e o desenvolvimento do caso.

Monis solicitou e recebeu asilo da Austrália em 1996, após deixar a República Islâmica do Irã. Ele trocou seu nome e adotou o título de sheik. Fontes diferentes atestam sua saída do país após a detenção de sua esposa e filhos pelas autoridades iranianas, por causa de suas “visões liberais” sobre a religião no Irã. Outras fontes dizem que ele fugiu do país após roubar 200.000 dólares dos clientes de sua agência de turismo[2]. O chefe da polícia iraniana, Esmaeil Ahmadi-Moghaddam, confirmou que Monis era dono de uma agência de viagens na capital Teerã, que havia fugido primeiro para a Malásia, depois para a Austrália e tinha no país persa uma “longa história de crimes e fraudes[2].

De acordo com a agência de notícias oficial iraniana IRNA[3], ele era procurado pela Interpol[4] e pela Polícia iraniana na época em que recebeu asilo, mas a Polícia australiananão o extraditou mesmo depois de pedidos oficiais e do envio de relatórios que confirmavam seus crimes comuns no Irã e de seu estado de perturbação mental, pelo fato da Austrália não ter tratado de extradição com o Irã[5]. Monis nasceu numa família xiita e foi um muçulmano xiita por quase toda a vida até sua recente conversão ao sunismo “dias antes do atentado em Sydney[6]. Na Austrália, há muito havia se proclamado um sheik, apesar de seu título não ser reconhecido pela Comunidade muçulmana no país e ele era marginalizado pelas duas comunidades, xiita e sunita, devido à suas visões extremistas e personalidade problemática e beligerante.

No país, ele colecionou um longo prontuário criminal de pequenos delitos e delitos mais graves, incluindo uma acusação de cumplicidade no assassinato de sua ex-mulher, motivo pelo qual aguardava o julgamento em liberdade sob fiança; assédio sexual e uso criminoso dos correios do país para fazer ameaças e ofender soldados australianos que serviram nos países muçulmanos[6]. Em 12 de dezembro de 2014, três dias antes do atentado, ele teve seu apelo rejeitado pela Suprema Corte da Austrália. Com relação à condenação no caso dos correios[7] ele havia enviado cartas às famílias de soldados mortos no Afeganistão, chamando-os de assassinos e protestando contra a presença da Tropas australianas neste país[8].

Numa destas cartas ele comparava um soldado morto a um porco e dizia que seu corpo era “contaminado[9]. Cartas semelhantes foram enviadas à mãe de um soldado britânico morto num atentado em Jacarta, na Indonésia. Ele foi julgado e condenado à liberdade condicional com 300 horas de “prestação de serviço comunitário[10]. Em 2010, foi proibido pela Justiça de usar o serviço postal australiano[10]. Esta condenação o tinha consumido e enraivecido por anos e o sequestro no Café em Sydney se deu imediatamente após à negação de seu apelo pela Suprema Corte[11].

Na manhã de 15 de dezembro de 2014, Monis fez 17 funcionários e clientes de reféns em um Café, em Martin Place, no centro financeiro da cidade de Sydney, situado em frente do estúdio de televisão da TV7, que passou a transmitir o caso ao vivo. Para a sua atuação, que pode não ser qualificada necessariamente como terrorista, Monis poderia ter escolhido outro local com mais danos colaterais. Por exemplo, a Suprema Corte de New South Wales, o Parlamento de New South Wales, o escritório do primeiro-ministro Anthony John Abbott, o Reserve Bank of Australia, alguns dos maiores Bancos do país, que ficam algumas quadras do café. O armado Monis fez com que os reféns segurassem uma Bandeira islâmica negra com um shahādah* em árabe, que dizia: “Alá é o único Deus e Maomé é seu profeta[12].

Os edifícios vizinhos, incluindo escritórios do Governo, instituições financeiras e a estação ferroviária Martin Place, foram evacuados e bloqueados. Alguns reféns conseguiram escapar. O evento durou mais de 16 horas antes de agentes da Polícia tática invadirem o café nas primeiras horas da manhã seguinte e Monis foi morto no confronto que se desenvolveu[13]. Dois dos reféns também morreram, vários outros foram feridos e um policial sofreu ferimentos leves. 

No dia anterior ao sequestro, Monis publicou em seu site: “O Islã é a religião da paz, é por isto que os muçulmanos lutam contra a opressão e o terrorismo dos Estados Unidos e seu aliados como a Grã-Bretanha e a Austrália. Se nós permanecermos em silêncio contra os criminosos não poderemos ter uma sociedade pacífica. Quanto mais você luta contra o crime, mais pacifista você se torna. O Islã quer a paz na Terra, é por isto que os muçulmanos querem parar o terrorismo da América e seus aliados. Quando você fala contra o crime, você dá um passo adiante em direção à paz[14].

Se Monis fosse membro de uma célula jihadista, autônoma ou parte duma organização terrorista como Al-Qaeda ou Estado Islâmico (EI)**, se ele tivesse realizado um ataque mais violento, digamos com explosivos, ele poderia ter matado muito mais pessoas. Especialistas argumentam que no Caso Sydney morreram dois reféns e o sequestrador mais por causa de uma ação inadequada, bem como da incapacidade das Forças Especiais da Austrália e dos seus Serviços Secretos em trabalhar adequadamente o Gerenciamento da Segurança Pública. Exemplificando tal situação, o sequestro em Sydney coincidiu com a detenção de um homem de 25 anos no noroeste da cidade por “supostos delitos por terrorismo[15]. O detento era ligado a um plano para realizar um ataque terrorista em solo australiano e para facilitar o deslocamento de cidadãos australianos para a Síria.

Em setembro, as autoridades australianas elevaram o alerta terrorista para ALTO, devido à possibilidade de possíveis ataques a cargo de “uma só pessoa”, de “pequenos grupos”, ou de “grandes organizações”. Sendo parte da Coalizão liderada pelos Estados Unidos que realiza bombardeios contra o Estado Islâmico (EI), a Austrália tem aumentado suas Medidas de Segurança contra a ameaça do Terrorismo Islâmico e tenta evitar que jovens do país sejam cooptados por Grupos Extremistas. Em setembro de 2014, quinze pessoas suspeitas de planejar ataques terroristas no país foram presas. No mês seguinte, o Governo aprovou o endurecimento das leis contra os australianos envolvidos em ações terroristas.

A atuação do Man Haron Monis relembra, mas, ao mesmo tempo, é muito diferente dos outros acontecimentos terroristas encenação parecida que aconteceram nas diferentes cidades mundiais antes da “Crise de Reféns em Sydney”. Nos casos de Michael Zehaf-Bibeau (no Canadá), de Mohammed Merah (na França), de Dzhokhar Tsarnaev (em Boston) e de Michael Adebolajo (na Inglaterra), por exemplo, os perpetradores da violência aplicaram procedimentos mortais. No caso de Monis, que não é e nunca foi um terrorista do espécie “lobo solitário”, as consideradas apatia, inatividade e ineficácia das autoridades australianas, dos órgãos da Segurança Nacional, dos órgãos de Segurança Pública e dos Órgãos de Justiça da Austrália deixaram um homem com dossiê criminal amplo viver calmamente num país que mostrou a fragilização de sua Segurança Nacional.

Para ganhar a atenção internacional, em primeiro lugar das mídias mundiais e das redes sociais, Monis usou uma bandeira islâmica negra parecida com as do Estado Islâmico (EI), por que ele sabia que a organização terrorista já é conhecida mundialmente e, assim, usufruiu da conjuntura terrorista do momento sem fazer parte do grupo e sem qualquer afiliação terrorista com eles. Conforme apontam especialistas, mesmo com a tragédia das vítimas inocentes, as suas atividades não foram tão devastadoras materialmente como a sua sinistra mensagem. O alvo dele não foi um shopping, cinema ou estação do transporte público, pois, segundo consta, ele não queria matar muitas pessoas ao mesmo tempo. No entanto, com seu ato mostrou que qualquer pessoa em qualquer cidade pode fazer o que ele fez: fugir de um país com documentos falsificados, pegar um avião e cometer o mesmo crime numa outra cidade – é possível que se identifique isso como as desvantagens da globalização. Comparativamente, a América Latina é aterrorizada há muitos anos pelos atos criminosos e por sequestros – também uma forma de terrorismo, sem baseamento religioso.  

Em 7 de janeiro de 2015, em Paris, como tem sido intensamente debatido, o atentado terrorista atingiu o jornal satírico francês Charlie Hebdo, resultando em 12 pessoas mortas, incluindo membros da equipe do jornal e dois agentes da polícia nacional francesa. Durante o tiroteio, foram feridos mais outras 11 pessoas que estavam próximas ao local, caso que está sendo denominado como o Massacre do Charlie Hebdo. Conforme vem sendo amplamente divulgado, o ataque foi perpetrado pelos irmãos franco-argelinos Saïd e Chérif Kouachi, vestidos de preto e armados com fuzis Kalashnikov (AK-47), na sede do semanário, localizado no XI Arrondissement de Paris, supostamente como forma de protesto contra a edição “Charia Hebdo”, que ocasionou polêmica no mundo islâmico e foi recebida como um insulto aos muçulmanos.

No mesmo dia, outro francês muçulmano, Amedy Coulibaly, ligado aos atacantes do jornal, matou a tiros uma policial em Montrouge, nos subúrbios de Paris, e no dia seguinte invadiu um mercado kosher perto da Porte de Vincennes fazendo reféns, num novo ataque que terminou com mais quatro mortos, após a invasão do estabelecimento pela polícia francesa. No dia seguinte ao massacre, a ação foi reivindicada pela seção da Al-Qaeda baseada no Yemen[16].

Conforme se pode observar, e especialistas vem demonstrando, as falhas cometidas pelas autoridades australianas no âmbito da Segurança Nacional e Pública foram reproduzidas pelas autoridades da França. No dia 21 de dezembro de 2014, pouco mais de duas semanas antes do Massacre do Charlie Hebdo, as agências das notícias divulgaram a informação de que a segurança no território francês foi intensificada depois que funcionários da área de inteligência relataram risco de um possível ataque suicida, o que significa que as autoridades de inteligência do país tinham dados com antecedência.

O aviso veio dos Serviços de Inteligência da Argélia e, segundo informações reportadas, a bomba teria sido planejada para ser usada por uma mulher, cujos alvos seriam o Sistema de Transporte Metroviário de Paris, ou lugares de grande movimentação pública. “A ameaça de terrorismo é real, nós aumentamos nossa vigilância[17], apontou o ministro francês do interior Brice Hortefeux sem dar mais detalhes específicos. O alerta aconteceu logo após a proibição do uso dos véus que cobrem o rosto em locais públicos franceses e depois das ações do Exército Francês contra militantes islâmicos na África do Norte. As autoridades chamaram a atenção para a ameaça de um possível atentado desde o mês de julho de 2014, quando soldados franceses se envolveram em um ataque a um campo da Al Qaeda, no Mali. Em sequência, a vertente da Al Qaeda na África do Norte, a Al Qaeda no Maghreb Islâmico (AQIM, na sigla em inglês), afirmou que matará cidadãos franceses em um ato de vingança pelos guerrilheiros assassinados no campo. Como resposta às ações da França, membros da AQIM assassinaram um engenheiro francês de 78 anos, sequestrado no Níger. Além disso, outros cinco franceses foram feitos reféns na mesma região, segundo reportado pela AQIM. Com isso, as autoridades francesas aumentaram as unidades de patrulhas militar e civil em pontos turísticos, incluindo a Torre Eiffel, onde 2.000 pessoas foram evacuadas depois de uma falsa ameaça de bomba[17].

Segundo o William Braniff, diretor-executivo do Consórcio Nacional para o Estudo do Terrorismo e Resposta ao Terrorismo da Universidade de Maryland[18], a Al-Qaeda na Península Arábica está competindo na arena global com o Estado Islâmico. Os dois grupos querem demonstrar que são a organização líder dessa ampla rede de jihadistas violentos, bem como que são a força a ser reconhecida, para a qual as doações devem ser feitas e com a qual todos devem se unir. É a ideia de que organizações terroristas concorrentes têm de superar uma a outra para ganhar mais recursos e influência. Portanto, há a preocupação não apenas de que ocorram cópias dos ataques, mas que se desenrole uma forma de competição entre essas organizações.

Além disso, a França tem uma postura antiterrorista pró-ativa considerada muito agressiva. Conduziu operações no Norte da África contra organizações jihadistas, realizou ataques aéreos contra o Estado Islâmico e é o único aliado da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) que aprovou legislação para permitir a entrada de soldados na Síria. Também tem uma longa história colonial e pós-colonial com a Argélia e enfrentamentos entre o Governo Francês e Grupos violentos neste país[19].

Ainda no contexto terrorista mundial, o Exército da Nigéria pediu ajuda à Comunidade Internacional para poder combater o Boko Haram (“A educação ocidental é proibida”, na sigla em português), depois de centenas de pessoas serem assassinadas pelo grupo terrorista na cidade de Baga, ao nordeste da Nigéria, também no dia 7 de janeiro de 2015. Após a ação, o Exército foi duramente criticado porque os milicianos do Boko Haram mal tiveram oposição durante o ataque à cidade, já que as Forças de Segurança destacadas em uma base militar próxima fugiram após outro ataque ocorrido dias antes.

Embora não haja número oficial de mortos em Baga, as autoridades locais disseram que centenas de pessoas perderam a vida. O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) informou que mais de sete mil pessoas fugiram para o Chade nos últimos dias por causa de ações na região e o Boko Haram continua a realizar sangrentos ataques, o último deles no dia 10 de janeiro de 2015, quando uma criança ateou fogo em si mesma em um mercado de Maiduguri, a capital do Estado de Borno, e matou pelo menos 20 pessoas[20].

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*A Shahadah (do árabe: الشهادة, “testemunho”) é o primeiro dos cinco pilares do Islamismo (Arkan al-Islam). 1. É uma declaração que pode ser dividida em duas partes. Texto em árabe é: لا إله إلا الله محمد رسول الله. Transliteração: lā ‘ilaha ‘illāl-lāh an Muhammadur rasūlu llāhi. Traduções em português: “Não há outro deus além de Deus; Muhammad é o mensageiro de Deus. Não outra divindade além de Deus; Muhammad é o seu profeta. Não há outro deus além de Deus; Muhammad é servo e mensageiro de Deus”. Alguns muçulmanos xiitas acrescentam o Alīyun wali Allah (“Ali é o delegado de Alá ou Ali é amigo de Alá”). A recitação da Shahadah com a máxima sinceridade é tudo quanto é necessário para que uma pessoa se converta ao Islão. É o testemunho mais estimulado no islamismo, onde se recomenda aos muçulmanos piedosos que repitam inúmeras vezes durante a sua vida. É costume que um muçulmano a proclame durante o tashahud, ao recordar-se de Deus, no seu leito de morte. São também as primeiras palavras que um muçulmano diz quando se levanta de manhã e antes de se deitar à noite; e também é proclamada quando se chama à oração (adhan); entre outros.

** Estado Islâmico (em árabe: الدولة الإسلامية, ad-Dawlah al-ʾIslāmiyyah), designado pela mídia ocidental como Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL; em inglês: Islamic State of Iraq and the LevantISIL) ou Estado Islâmico do Iraque e da Síria (EIIS, em inglês: Islamic State in Iraq and Syria – ISIS) é um grupo jihadista no Oriente Médio. Em seu Estado, autoproclamado como um Califado, afirma autoridade religiosa sobre todos os muçulmanos do mundo e aspira tomar o controle de muitas outras regiões de maioria islâmica, a começar pelo território da região do Levante, que inclui Jordânia, Israel, Palestina, Líbano, Chipre e Hatay, uma área no sul da Turquia. O grupo islâmico foi designado como uma organização terrorista estrangeira por Estados Unidos, Reino Unido, Austrália, Canadá, Indonésia e Arábia Saudita, além de também ter sido classificado pela Organização das Nações Unidas (ONU) e pelas mídias do Ocidente e do Oriente Médio como grupo terrorista.

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Imagem  (Fonte):

http://www.talglobal.com/radicalized-individuals-imminent-terrorist-us-threat/

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Fontes Consultadas:
[1] Ver
:

http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/australiaandthepacific/australia/11294514/Sydney-siege-gunman-named-as-Man-Haron-Monis.html

[2] Ver:

http://manoto1.com/news/lmp7o6/NEWS16341

[3] Ver:

http://www.irna.ir/en/

[4] Ver:

http://www.interpol.int/

[5] Ver:

http://en.mehrnews.com/detail/News/105117

[6] Ver:

http://www.abc.net.au/news/2014-04-14/spiritual-healer-arrested-for-sexual-assault/5388332

[7] Ver:

http://www.huffingtonpost.com/2014/12/15/sydney-hostage-crisis_n_6327220.html

[8] Ver:

http://www.sbs.com.au/news/article/2013/09/06/sheik-says-letters-were-flowers-advice

[9] Ver:

https://www.humanrights.gov.au/publications/casenote-monis-v-queen-2013-hca-4-1

[10] Ver:

http://www.washingtonpost.com/news/world/wp/2014/12/15/before-he-took-hostages-at-a-sydney-cafe-man-haron-monis-had-been-tied-to-alleged-murder-sexual-assaults-and-offensive-letters/

[11] Ver:

http://www.theage.com.au/nsw/sydney-siege-gunman-man-haron-monis-was-on-bail-for-40-sexual-assault-charges-and-accessory-to-murder-20141215-127u1e.html

[12] Ver:

http://www.news.com.au/national/breaking-news/seven-evacuates-newsroom-near-cafe-siege/story-e6frfku9-1227156337550

[13] Ver:

http://www.bbc.com/news/world-australia-30485355

Ver Também:
http://www.abc.net.au/news/2014-12-16/sydney-siege-gunman-two-hostages-dead/5969162

[14] Ver:

http://www.newsweek.com/police-name-sydney-hostage-taker-radical-cleric-man-haron-monis-291926
[15] Ver:

http://www.nationalsecurity.gov.au/Pages/default.aspx

Ver Também:
http://www.afp.gov.au/

[16] Ver:

http://www.bbc.com/news/world-europe-30708237

[17] Ver:

http://www.bbc.com/news/world-europe-30580082

[18] Ver:

http://www.start.umd.edu/
[19] Ver:

http://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,al-qaeda-e-estado-islamico-disputam-relevancia-imp-,1617884

[20] Ver:

http://www.bbc.com/news/world-africa-30728158

Ver Também:
http://www.bbc.com/news/world-africa-30761963

About author

De nacionalidade Búlgara, é Mestre em Segurança Corporativa (2012) pela Universidade de Economia Nacional e Mundial (UNSS, Sófia). Atua na área de Segurança Pública, Segurança Corporativa e Diplomacia Corporativa com foco nos países do Leste Europeu, sendo referência em questões relacionadas a Península Balcânica, Turquia e Rússia. Atualmente é jornalista e editor de notícias internacionais da Televisão Nacional da Bulgária (BNT).
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