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NOTAS ANALÍTICAS

Presidente chinês parabeniza Dilma Rousseff

A candidata eleita à “Presidência da República do Brasil”, Dilma Rousseff recebeu uma carta do presidente da China, Hu Jintao parabenizando-a pela vitoria na disputa e por se tornar a primeira mulher “Presidente do Brasil”. Em uas palavras o acontecimento foi importante para o atual cenário das relações Brasil-Ásia-China, pois estas se tornaram mais ativas e se fortaleceram desde o início do mandado do presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva.

As relações sino-brasileiras atingiram um patamar sólido de desenvolvimento”, declarou o líder chinês, afirmando que a China está pronta para “promover e prolongar” as relações entre as duas nações amigas.

O futuro político e econômico do Brasil é de interesse de grandes nações asiáticas, como Japão, Índia e, principalmente, China, uma vez que nos últimos anos a política externa brasileira para a região foi produtiva e benéfica, resultando em grandes parcerias estratégica com as principais nações do continente asiático.

Para a China, o Brasil é um importante parceiro e aliado. Beijing considera-o como um importante ator para o futuro da China, frente às questões internacionais. Além desta linha de planejamento diplomático, o país está se preparando para entrar ainda mais nas relações comerciais e financeiras com o Brasil, para o qual já tem planejamento comercial, de financiamentos e de cooperação dentro e fora de terras brasileiras.

A “Dragão Asiático” estuda investimentos no país que podem passar dos 30 bilhões de dólares até o final deste ano, principalmente no campo energético e de construção. Além destes campos estratégicos, os chineses visam Acordos para a “Copa do Mundo de Futebol”,  em 2014, para os “Jogos Olímpicos de 2016”, na cidade do Rio de Janeiro, e também de “Cooperação Triangular” para atuarem na África em diversos setores.

De fato, a eleição de Dilma é uma segurança para Beijing, no que já havia sendo estudado e trabalhado com a administração do ainda presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva, uma vez que analistas políticos prevêem uma política de continuidade do que já foi elaborado.

About author

Bacharel em Relações Internacionais (2009) e técnico em Negociações Internacionais (2007) pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua na área de Política Econômica com foco nos países do sudeste e leste asiático, sendo referência em questões relacionadas a China. É membro da Júnior Chamber International Brasil-China, promovendo as relações sócio-culturais sino-brasileiras em São Paulo e Articulista da Revista da Câmara de Comércio BRICS. Também atuou como Consultor de Câmbio no Grupo Confidence. Atualmente trabalha como repórter fotográfico.
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