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Recém formados aguardando emprego na China

O país mais populoso do mundo, a China, está preocupado com o número de jovens recém graduados disponível no mercado. Por isso, o governo central está cobrando das lideranças distritais medidas que possam resolver a questão.

Segundo informações divulgadas pela “Rádio Internacional da China”, no noticiário da manhã da última segunda-feira (dia 24 na China e ainda noite do dia 23 no Brasil), mais de 6 milhões de pessoas se graduaram, um recorde nacional. As autoridades mostram-se preocupadas, principalmente pelos mercados chineses fecharem abaixo do esperado ou em queda, mesmo com o “Banco Central Chinês” (BCC) informando que a situação econômica do país está estável.

O BCC fez uma reunião também na segunda-feira (dia 24 na China, mas ainda noite do dia 23 no Brasil) para discutir a política monetária, a qual permanecerá com o mesmo rumo de prudência e observação da situação econômica regional, além de esperar por bons resultados no consumo interno, que é o tema mais abordado no país. O Governo está incentivando o consumo interno para girar a economia e, para aqueles que ainda não estão empregados, está dando subsídios para as famílias.

O gigante asiático vai mantendo prudência em sua economia com o objetivo de manter-se ativo enquanto avalia os mercados internacionais, mas também torcendo para que este volte a se aquecer, algo que beneficiará sua economia exportadora e o mercado de trabalho interno.


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Fontes consultadas [CCTV español e RCI Stream (radio/TV) / Resumos em texto (pt-br)]:

Ver:

http://portuguese.cri.cn/1721/2013/06/24/1s168547.htm

Ver:

http://portuguese.cri.cn/1721/2013/06/24/1s168557.htm

About author

Bacharel em Relações Internacionais (2009) e técnico em Negociações Internacionais (2007) pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua na área de Política Econômica com foco nos países do sudeste e leste asiático, sendo referência em questões relacionadas a China. É membro da Júnior Chamber International Brasil-China, promovendo as relações sócio-culturais sino-brasileiras em São Paulo e Articulista da Revista da Câmara de Comércio BRICS. Também atuou como Consultor de Câmbio no Grupo Confidence. Atualmente trabalha como repórter fotográfico.
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