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Novas negociações internacionais: resultados concretos ou apenas novas postergações de velhos comprometimentos?

Neste período adjacente à comemoração do “Dia Mundial do Meio Ambiente” (ocorrido ontem, quarta-feira, dia 5 de junho), acontece em Bonn (Alemanha), do dia 3 a 14 de junho, uma rodada de negociações liderada pela “Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas(UNFCCC, sigla em inglês de “United Nations Framework Convention on Climate Change”) que tem como objetivo a elaboração de um acordo internacional até 2015 para combater o aquecimento global, mas que deve entrar em vigor apenas em 2020.

A agenda do Evento, que se estende por 12 dias, almeja esboçar as linhas de um acordo mais abrangente que o Protocolo de Kyoto”, com o comprometimento de países como a China e os “Estados Unidos”, os maiores emissores de carbono.  Importante destacar que os Estados Unidos não são signatários doProtocolo de Kyoto”, com a alegação de que aderir ao Protocolo significaria o comprometimento da economia norte-americana.  Em relação à China, não inclui metas obrigatórias, por ser considerado um país em desenvolvimento, como nos países do BRICS.

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Se postergará la Cumbre presidencial del MERCOSUR para facilitar la reincorporación de Paraguay

De acuerdo a declaraciones del presidente de Uruguay, José Pepe Mujica, se retrasará la realización de la Cumbre de Jefes de Estado del MERCOSUR para esperar mejores condiciones políticas e institucionales en Paraguay. La misma estaba planificada para el 28 de junio en Montevideo. Allí, Uruguay transferiría el ejercicio de la “Presidencia Pro Tempore” (PPT) del bloque a Venezuela, lo que complicaría aún más el escenario.

La importancia de tal reunión radica en que se podría levantar la suspensión de Paraguay en el MERCOSUR, dado que tanto este bloque como la UNASUR consideraron que las elecciones presidenciales del país del último 21 de abril fueron democráticas y, por lo tanto, legítimas[1]. Sin embargo, es necesario que se cumplan las siguientes condiciones: primero, que Horacio Cartes, presidente electo, asuma su mandato, lo que sucederá el 15 de agosto próximo; segundo, que el Parlamento paraguayo acepte el ingreso de Venezuela como miembro pleno, cuestión problemática porque anteriormente ya se había expresado en contra[2].