NOTAS ANALÍTICAS

Pyongyang investe no aumento do poder nuclear

Durante uma reunião do “Partido Comunista da Coreia do Norte”, ocorrida neste final de semana, o jovem líder Kim Jong-un anunciou que seu país irá aumentar o poderio nuclear. A notícia foi recebida de forma tensa pelas nações vizinhas e tiveram início novas movimentações políticas e militares na região sul da península.

Por meio das redes de notícias oficiais, Pyongyang informou que seus Exércitos estão posicionados e preparados para a guerra, que sua população está apoiando as autoridades do país e agora só falta aumentar o arsenal nuclear. A notícia foi transmitida, porém, não confirmou ser efetiva.

NOTAS ANALÍTICAS

“Coreia do Norte” anuncia que guerra está próxima

A “Coreia do Norte” declarou que irá cortar seu último canal de comunicação com a “Coreia do Sul”, pois a guerra está próxima de seu início, de acordo com informação disseminada pelo próprio Governo por intermédio dos meios oficiais de comunicação.

Um porta-voz militar afirmou para a agência de notícias norte-coreana KCNA: “Na situação em que uma guerra pode estourar a qualquer momento, não há nenhuma necessidade de manter comunicações militares entre o norte e o sul, que foram estabelecidas entre as Forças Armadas de ambos os lados[1]. E num comunicado das autoridades norte-coreanas, também por meio da KCNA, foi declarado que “O Comando Supremo do Exército Popular da Coreia declarou solenemente que […] Devido aos atos imprudentes dos inimigos, as comunicações militares norte-sul, que foram criadas para o diálogo e cooperação,  já perdeu o seu significado[2].

NOTAS ANALÍTICAS

“Acordo Cambial” entre Brasil e China aguardando assinatura

O “Banco Central do Brasil” e o “Banco Popular da China” chegaram a uma conclusão sobre o estabelecimento da comercialização entre os dois países utilizando suas respectivas moedas e descartando o Dólar norte-americano. O Acordo já vinha sendo estudado e negociado nos últimos 2 anos e agora já tem suas bases consolidadas para ser posto em prática.

NOTAS ANALÍTICAS

Falta de infraestrutura no Brasil atrapalha negócios com a China

Nesta semana, o Brasil sofreu uma grande perda econômica e comercial após a China anunciar o cancelamento de um contrato de compra de soja brasileira, devido ao não cumprimento dos prazos de entrega. O grupo chinês Sunrise cancelou a compra de quase 2 milhões de toneladas do produto e reclamou da falta de infraestrutura no país.

Observadores apontam que o protesto dos chineses tem fundamentos, pois nas últimas semanas os portos brasileiros se mantiveram congestionados, graças aos problemas causados pelas fortes chuvas que atingiram a região sudeste do Brasil, causando interdição de estradas e outras vias de escoamento de produção, o que também contribuiu para atrasar a chegada de produtos nacionais aos portos. 

A consultoria Clarivi destacou para o jornal “Folha de São Paulo”: “Os portos estão trabalhando acima de sua capacidade operacional, fato que tem atrasado o descarregamento dos grãos e ocasionando, consequentemente, elevações nos custos de transporte[1].

NOTAS ANALÍTICAS

Soberania chinesa deve ser protegida, mas China propõe investimento em Diplomacia e diálogo

Desde que Xi Jinping assumiu a presidência da China, todas as notícias sobre a política externa chinesa são destaques no Japão. Com o fim da “12ª Assembleia Popular Nacional” (APN), em Beijing, e com a priorização em manter a soberania chinesa protegida, as relações sino-japonesas podem ganhar um novo capítulo.

No Evento político, Jinping repetiu diversas vezes o “sonho chinês”, que busca melhores condições de vida para a sua população e, para isso, alguns temas como a corrupção noPartido Comunista”, as questões trabalhistas, a segurança regional, juntamente com a resolução de disputas territoriais, deverão ser devidamente trabalhadas, mas dentro de uma estratégia geral e acoplada a uma postura pacífica que deseja imprimir como marca da China.

NOTAS ANALÍTICAS

Aproximação China-Angola

A participação chinesa em Angola torna-se cada dia mais forte, principalmente com os empréstimos do “Banco de Desenvolvimento da China” realizados para algumas empresas do país africano. A instituição financeira concedeu empréstimos superiores a 1 bilhão de dólares para a “Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola” (Sonangol), reforçando a presença asiática no país.

A “Econmist Inteligence Unit” refere no seu mais recente relatório sobre Angola que “o empréstimo sublinha a nossa expectativa de que as relações entre Angola e a China vão continuar fortes e, na sua maior parte, centradas no petróleo[1].

Essa atual concessão de recursos somadas as anteriores, que totalizam cerca de 15 bilhões de dólares, demonstra que muitas empresas angolanas se tem beneficiado de crédito de instituições financeiras chinesas. Com isso, a participação chinesa no desenvolvimento angolano está se consolidando, semelhante ao de Moçambique, dando aos chineses grande vantagem no relacionamento com os demais países do continente.

Angola vem aprimorando seus planos de desenvolvimento em diversos setores de sua economia, tanto com investimento local quanto de financeiras estrangeiras. Analisando esses planos, conclui-se que as empresas chinesas estão entrando com força no planejamento e processo de desenvolvimento desta nação africana.

————————

Fontes consultadas:

[1] Ver:

http://www.macauhub.com.mo/pt/2013/03/11/emprestimo-do-banco-de-desenvolvimento-da-china-a-sonangol-revela-%E2%80%9Crelacao-proxima%E2%80%9D-entre-angola-e-china/

———————

Ver tambémSanangol – Comunicados de imprensa”:

https://www.sonangol.co.ao/wps/portal/.cmd/cs/.ce/155/.s/586/_s.155/586