NOTAS ANALÍTICAS

Atentado terrorista em Boston segue sob investigação

Corredores se dirigem ao final da maratona de Boston no momento da explosão As autoridades estadunidenses ainda não divulgaram informações definitivas sobre o atentado ocorrido na segunda-feira, dia 15 de abril. O país continua tenso, temeroso de que seja uma ação de grupo fundamentalista, ou de inimigo do Estado norte-americano, que poderá levar os EUA a adotar como resposta uma medida extrema em política externa.

As lideranças estão cautelosas para não cometer erros que possam tingir a imagem do país, ou cometer injustiças, apesar do discurso do presidente norte-americano Barack Obama no qual demonstrou que o governo trabalhará até as últimas instâncias para encontrar os culpados.

NOTAS ANALÍTICAS

Equador venderá parte da Floresta Amazônica a empresas chinesas

Segundo notícia divulgada pelo “The Guardian” e disseminada pela AgênciaO Globo”, o governo equatoriano pretende leiloar para petrolíferas chinesas alguns milhares de hectares da “Floresta Amazônica” para exploração de petróleo de forma produtiva e benéfica a ambos os países. Ainda de acordo com a notícia, já houve reuniões nas quais participaram representantes das empresas “China Petrochemical” e “China National Offshore Oil”.

NOTAS ANALÍTICAS

Morales ameaça retirar a Bolívia da “Comissão de DD.HH. da OEA”

Bandeira da BolíviaO presidente boliviano Evo Morales declarou novamente nesta semana que pretende retirar a Bolívia daComissão Interamericana de Direitos Humanos” (Cidh)* alegando que é um Organismo vinculado, ou dependente dos “Estados Unidos” e usado pelos antagonistas da direita em seu benefício próprio. Além disso, afirmou que o a Cidh acaba sendo um instrumento para julgar outras nações.

AMÉRICA LATINAANÁLISES DE CONJUNTURA

Campanha eleitoral venezuelana se desenvolve com expressiva vantagem para Moreno e com a mitificação de Chávez

De acordo com pesquisa eleitoral realizada na Venezuela pela empresa local Datanalisis, publicada pelo “Banco Barclays” e divulgada na segunda-feira, dia 18 de março, o atual presidente venezuelano interino Nicolás Maduro, escolhido por Hugo Chávez como seu herdeiro político, seria eleito hoje com 49,2% dos votos. De acordo com a sondagem apresentada, o candidato opositor, Henrique Caprilles, obteria apenas 34,8% da preferência eleitoral[1].

A situação no país continua tensa devido ao clima de perplexidade e vazio produzido pela morte do ex-presidente Hugo Chávez, bem como pela forma como os membros do Governo trataram a investidura do vice-presidente Nicolás Maduro comoPresidente Interino”, apesar de a Constituição prescrever que o cargo fosse ocupado peloPresidente da Assembléia Nacional”, no caso Diosdado Cabello, para conduzir o processo eleitoral que agora está ocorrendo.

NOTAS ANALÍTICAS

“Acordos Internacionais” para o combate ao narcotráfico

Nesta semana, dois “Acordos de Cooperação Internacional” foram firmados entre países para o combate ao narcotráfico. No primeiro caso, os Governos russo e peruano assinaram um Acordo para reforçar o combate ao tráfico de drogas por meio de cooperação bilateral entre ambos os países.

A assinatura foi feita por Carmen Masias, diretora-executiva da “Comissão Nacional para o Desenvolvimento e Vida sem Drogas” (Devida) peruana,  e por Viktor Ivanov, o diretor do “Serviço Federal de Controle de Drogas” (FSKN) russo, que é apelidado de o “czar antidrogas”.

NOTAS ANALÍTICAS

O rigor islâmico contra Ahmadinejad

O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadnejad foi alvo de severas críticas de religiosos xiitas ultra-ortodoxos em relação a sua conduta durante o funeral do ex-presidente da Venezuela, Hugo Chávez.  Dois foram os erros identificados pelos clérigos muçulmanos: o abraço que o Presidente deu na mãe de Chávez e o comentário de que o ex-mandatário venezuelano era um mártir e ressuscitaria juntamente com “Jesus Cristo” e o “Imã Mahdi”*, afirmação que indignou os muçulmanos em seu país.

Com relação ao abraço, o contato físico é proibido entre homens e mulheres sem laços de parentesco próximo (chamadas mahram) e, por isso, os religiosos foram rígidos. Jornais apresentaram o comportamento como “proibido”, “inapropriado” e “palhaçada[1]. Mohammad Taqi Rahbar afirmou: “Tocar uma mulher que não seja “mahram” (parente próxima) é proibido em qualquer circunstância, seja um aperto de mãos ou um toque no rosto. Mesmo com uma mulher mais velha, não é permitido. É contrário à dignidade do presidente da República Islâmica do Irã[1] e o aiatolá Mohammad Yazdi (ex-chefe do Judiciário iraniano) declarou que o Presidentefalhou em proteger a dignidade de sua nação e de sua posição[1].